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| Giovane foi ouro em 92 e continua sendo um dos principais jogadores da Seleção |
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A frase "não existe favoritismo em Olimpíada" já virou clichê da maioria dos atletas, mas, se existe uma modalidade em que isso é verdade, é para a Seleção masculina de vôlei. Brasil, Sérvia, Itália e Rússia têm uma disputa equilibrada, na qual entram Estados Unidos e Argentina. Além do mais, a equipe de Bernardinho já vai estrear nos jogos contra alguns dos adversários mais difíceis.
O time masculino caiu no Grupo B, ao lado das fortíssimas Itália, Rússia, Holanda e dos Estados Unidos. No Grupo A ficaram Argentina, Grécia, França, Polônia, Tunísia e Sérvia e Montenegro, a favorita ao ouro junto com o time nacional.
"A gente sempre ganhou nos detalhes e, assim como ganhou, também poderíamos ter perdido. Foi sempre um 3 a 2, como na última Liga Mundial em que o tie-break foi de 31 a 29 contra a Sérvia. Não existe favoritismo no nível em que se encontra o voleibol hoje", ressalta o atacante Giba, em entrevista ao Terra Esportes.
Mesmo assim, esse parece ser um grupo tão capaz e determinado em trazer o ouro como era o de 92 em Barcelona. Giovane, um dos remanescentes daquele time, foi considerado o melhor jogador da Copa do Mundo. "Para mim foi um pouco de surpresa, mas não por falta de trabalho ou de competência, mas sim porque achava que não haveria oportunidade. Fiquei muito feliz", disse.
O capitão Nalbert
No início do ano, Nalbert se submeteu a uma cirurgia no ombro esquerdo após romper o tendão. A partir daí, tornou-se uma preocupação para os Jogos, porque, além de um dos jogadores mais completos do time, é também o capitão.
Em maio, o jogador voltou a treinar com bola, junto com o trabalho de fisioterapia e, a cada entrevista que dá, diz estar cada vez mais perto de Atenas. "Cada um de nós está fazendo um pouco a mais para suprir a falta dele", diz Giovane.
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