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Vôlei Feminino
Segunda, 2 de agosto de 2004, 08h37 
Para Zé Roberto, Grand Prix já é passado
 
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Brasileiras comemoram bastante o título, mas agora se concentram para Atenas
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Apesar da conquista do título do Grand Prix com uma campanha quase perfeita, o técnico da Seleção Brasileira feminina de vôlei, José Roberto Guimarães, adotou a cautela às vésperas da Olimpíada de Atenas.

  • Confira galeria de fotos da vitória sobre a Itália na final.

    O Brasil venceu 12 jogos e só perdeu uma partida durante todo o campeonato, para Cuba, e agora se prepara para a Olimpíada, considerada a prioridade da equipe.

    "O título do Grand Prix já precisa ser uma página virada. Precisamos colocar os pés no chão e estarmos conscientes das dificuldades que encontraremos em Atenas. Temos condições de ganhar a medalha de ouro, mas não adianta só sonhar", disse Zé Roberto após a conquista do tetracampeonato (1994, 1996, 1998 e 2004) do Grand Prix com uma vitória por 3 sets a 1 sobre a Itália no domingo.

    "Temos que colocar na cabeça que para conseguir isso precisamos trabalhar e saber que ainda temos algumas coisas para ajustar dar uma qualidade ainda maior ao nosso jogo", completou.

    A estréia da equipe nas Olimpíadas será no dia 14 de agosto, contra as japonesas. As brasileiras estão no grupo A, ao lado de Japão, Grécia, Coréia, Itália e Quênia. A chave B é composta por China, Estados Unidos, Rússia, Cuba, Alemanha e República Dominicana.

    Em Atenas, o Brasil vai em busca da terceira medalha no vôlei feminino. Na história dos Jogos Olímpicos, a Seleção Brasileira conquistou duas medalhas de bronze. Em Atlanta, em 1996, Fernanda Venturini, Fofão e Virna estiveram presentes na equipe que faturou o bronze. Quatro anos mais tarde, em Sidney, Fofão e Virna, ao lado de Érika, Elisângela e Walewska, fizeram parte do grupo que repetiu o feito e terminou na terceira colocação.

    "Temos que evoluir na relação bloqueio-defesa. Contra os Estados Unidos (na semifinal), tivemos dificuldades na marcação pelas extremidades. No meio, paramos os ataques das norte-americanas, mas nas pontas não. Tanto que as ponteiras e a oposto norte-americanas marcaram cada uma 21 pontos. Além disso, temos que melhorar nos contra-ataques", alertou Zé Roberto.
     

  • Reuters

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