Veja fotos e relembre outros mascotes
Phevos é o nome do deus do Olímpio da luz e da música, conhecido como Apolo. Athena é a deusa da sabedoria e patrona da cidade de Atenas, sede dos Jogos.
Phevos e Athena são duas crianças simples e alegres, cheias de vitalidade e criatividade. Os dois mascotes transmitem os valores olímpicos: participação, irmandade, igualdade, cooperação e justiça.
Os mascotes das outras edições
Em Sydney-2000, pela primeira vez, as Olimpíadas contaram com três mascotes. O ornitorrinco Syd simbolizou o espírito de competição e a garra no esporte, além de cuidar da relação homem/meio ambiente. Olly, um kookaburra, pássaro típico da Austrália, representou a amizade, o intercâmbio, a diversidade cultural, o companheirismo e o espírito olímpico. Ele também foi encarregado de proteger os anéis olímpicos durante os Jogos. O outro mascote foi a eqüidna (uma espécie de porco-espinho) Millie. Ela significou o início da esperança e o otimismo no novo milênio.
Em Atlanta-1996, o mascote foi Izzy, boneco fruto da imaginação de crianças de 15 países, incluindo do Brasil. Cobi, o cachorrinho simpático, foi o mascote de Barcelona-1992.
Em Los Angeles-1932, o comitê organizador apresentou um cão chamado Smoky, como o mascote não-oficial. Somente a partir de México-1968, é que o mascote passou a ser oficial. Naquela edição, o bichinho escolhido foi um jaguar vermelho que não teve nome.
No entanto, o mais memorável dos mascotes é Misha, o ursinho de Moscou-1980. Ao término das olimpíadas, na cerimônia de encerramento, Misha chorou. Sua imagem foi formada por pessoas na platéia com cartazes e com lenços, simulando uma lágrima. A cena se tornou um dos fatos mais marcantes daquela edição e é até hoje lembrada.
Los Angeles-1932: Smoky (cão)
México-1968: Jaguar vermelho (sem nome)
Munique-1972: Waldi (cão)
Montreal-1976: Amik (castor)
Moscou-1980: Misha (urso)
Los Angeles-1984: Sam (águia)
Seul-1988: Hodori e Hosumi (tigres macho e fêmea)