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Terça, 24 de agosto de 2004, 14h18 
Brasil comprova evolução na ginástica artística
 
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A ginástica artística do Brasil comprovou nos Jogos Olímpicos de Atenas que vive outra realidade se comparada à edição anterior, de Sydney-2000. Na Grécia, o país colheu resultados históricos, tendo participado pela primeira vez de uma final por aparelhos, com Daiane dos Santos terminando em quinto lugar no solo. Além disso, colocou duas atletas, Daniele Hypólito e Camila Comin, na final do individual geral, outro feito inédito.

Até então, a própria Daniele havia sido a única a participar de uma final, ficando em 20° lugar em Sydney-2000. Em Atenas, melhorou seu desempenho, terminando na 12ª colocação. Camila também mostrou evolução, saindo da 49ª para a 16ª. "Foi excelente. A ginástica do Brasil fez muito bonito aqui em Atenas. Mas claro que queremos melhorar em todos os aparelhos para o próximo ciclo olímpico", comentou Daniele Hypólito, referindo-se à Pequim-2008.

Atual campeã mundial no solo, Daiane dos Santos ainda não sabe se esta5rá competindo até Pequim, mas já elegeu sua sucessora. "Temos a Laís Souza, que é uma ginasta muito boa e a Dani (Daniele Hypólito) também. Com certeza a ginástica artística do Brasil estará bem representada nos próximos anos. Fiz a minha parte, chegando pela primeira vez a uma final olímpica", disse a ginasta.

O Brasil competiu pela primeira vez nos Jogos Olímpicos com uma equipe completa. Por muito pouco (0,074 pontos de desvantagem para a Austrália), o time feminino não conseguiu ficar entre as oito finalistas. "Anteriormente, entrávamos inseguras, com medo. Estamos um pouco mais perto do nível das européias e viemos para competir mesmo, não só para participar", disse Eliane Martins, chefe de equipe da modalidade e coordenadora de seleções da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).

No masculino, que voltou a ter um representante após 12 anos, Mosiah Rodrigues terminou na 33ª posição no individual geral, superando o 63° lugar de Gerson Gnoatto, em Moscou-80.


 

Redação Terra