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De quem é a culpa por não haver torneio de futebol feminino no Brasil?
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Vice-campeã da Liga Mundial, a seleção masculina da Itália se garantiu na final do torneio olímpico vôlei nesta sexta-feira ao derrotar a Rússia por 3 sets a 0, parciais de 25/16, 25/17 e 25/16.
Agora, os italianos aguardam o vencedor do jogo entre Brasil e Estados Unidos para saber quem será o adversário na disputa pela medalha de ouro.
Itália, a equipe que dominou o vôlei mundial na década de 90, esmagou a Rússia para alcançar a segunda final olímpica de sua história e aspirar o ouro dos Jogos, o único título do que não tem em seu inigualável palmarès.
Oito anos depois de sua única tentativa, em Atlanta 1996, quando perdeu para a Holanda e foi prata, a equipe italiana insiste em seu objetivo depois de evidenciar uma brutal superioridade contra a Rússia, mais habituada a subir ao alto do pódio - três vezes campeã embora sempre como parte da extinta União Soviética.
Mas a diferença foi enorme e resolvida rapidamente em uma partida que não precisou mais que setenta minutos de jogo. Rússia, que se tinha imposto a seu adversário no jogo da fase preliminar do torneio (3-2) parecia um boneco de pano nas mãos italianas. A facilidade com a que a Itália fechou o primeiro set evidenciou a história posterior do jogo, dominado à vontade pela rapidez no ritmo do meio-de-rede Luigi Mastrangelo e dos atacantes Sanuele Papi e Andrea Sartoretti. Tudo sob o comando do mítico Andrea Giani, escalado no sexteto inicial ddesde o torneio das eliminatórias. O veterano jogador napolitano, de 34 anos, é um símbolo em Atenas 2004, encontro olímpico que disputa pela quinta vez. Só o brasileiro Maurício compartilha dita honra. Rússia nunca esteve na partida e em menos de uma hora tinha ante si a missão de virar dois sets. Uma tarefa difícil, especialmente ante a consistência de um rival crescido. Nunca teve opções o conjunto russo, reduzido à defesa a espera de um erro do rival. A equipe de Gennady Shipulin desistiu logo. Enquanto isso, a o placar do terceiro set disparou (10-6). Era uma missão impossível para o vice-campeão olímpico, habitual nas finais dos Jogos e que terá que lutar pela medalha de consolação de bronze
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