O zagueiro argentino Gabriel Heinze assegurou que a medalha de ouro conseguida hoje, sábado, nos Jogos de Atenas é "uma história de sacrifício" e a dedicou a seu pai.
"É a história do sacrifício que fizemos. Quero lembrar de todos os que não puderam vir, mas que deram ao grupo um espírito vencedor", assinalou o jogador do Manchester United, em referência ao jogadores que "por idade ou por outras coisas do futebol" não participaram dos Jogos.
"Eles também foram participantes deste grupo e ficou claro que tínhamos vontade de ganhar e ganhamos", assegurou o defesa.
Afirmou que "cada um dos integrantes" da seleção que disputou a última Copa América, perdida para o Brasil na final, "contribuiu para formar este grupo e torná-lo forte".
Heinze negou que a medalha de ouro, a primeira da Argentina nos últimos 52 anos, minimize a decepção da Copa América.
"Foi um golpe duro e que não vai ser esquecido nunca. É uma ferida que se abre a cada vez que pensamos nela", disse.
Heinze destacou que a Argentina fez um torneio redondo, depois de não sofrer nenhum gol e contar com o artilheiro da competição, o atacante Carlos Tevez.
EFE
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