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Vôlei Masculino
Domingo, 29 de agosto de 2004, 11h15 
Festa do vôlei poderá ser em estádio de futebol
 
Antonio Prada
Direto de Atenas
 
Reuters
Giba e o resto do grupo receberão a premiação da CBV
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Como na década de 80, quando o atacante Bernard sacava "jornada nas estrelas" sem se preocupar com teto de estádio, o presidente da Confederação Brasileira de Vôlei, Ary Graça Filho, quer comemorar o bicampeonato olímpico em um estádio de futebol, com um jogo amistoso. As opções que ele está levantando e vai apresentar aos jogadores são o Maracanã, no Rio de Janeiro, ou o Mineirão, em Belo Horizontes.

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    O vôlei brasileiro realizou jogos épicos com a União Soviética, então potência mundial do esporte, nos anos 80, em estádios como o Morumbi e o Maracanã, com a quadra montada no gramado. Durante um desses jogos, choveu muito e os próprios jogadores se abaixavam para secar o piso e seguir a partida.

    Prêmio

    Confirmando o que havia anunciado após acordo com jogadores, a Confederação Brasileira de Vôlei vai premiar os medalhistas de ouro com R$ 2,280 milhões (os R$ 1,140 milhão do masculino, somados ao mesmo valor do feminino, que saiu sem medalha olímpica).

    Pelo que havia sido acertado entre as partes, apenas a medalha de ouro renderia prêmio em dinheiro para os atletas e membros da comissão técnica que estão em Atenas. Se as duas equipes do Brasil fossem campeãs olímpicas, cada uma levaria no total R$ 1,140 milhão, a ser dividido entre 18 pessoas. Caso apenas uma seleção subisse no topo do pódio, levaria o prêmio em dobro - R$ 2,280 milhões.

    O montante não é tão grande se levado em consideração os prêmios que o masculino ganhou com a Liga Mundial - US$ 550 mil (cerca de R$ 1.160 milhão) - e o que o feminino faturou no Grand Prix - US$ 400 mil (aproximadamente R$ 1.208 milhão).

    No vôlei de praia, a CBV anuncia que tem R$ 170 mil para dar ao masculino e R$ 170 mil ao feminino, mas as duplas ainda não definiram como desejam dividir essa verba.
     

  • Redação Terra