> Esportes > Atenas 2004 > Modalidades > Vôlei  > Vôlei Masculino
Veja mais sobre Atenas no celularAtenas 2004 em:


 Boletim

 Fale conosco

Vôlei Masculino
Domingo, 29 de agosto de 2004, 14h52 
Nascimento da filha impulsionou o atacante Giba
 
Antonio Prada
Direto de Atenas
 
Reuters
O jogador Giba disse que sua filha o motivou a vencer
Enquete

Você gostou do desempenho do Brasil em Atenas?

Sim
Não

Notícias
» Tabelas de futebol, basquete, vôlei, vôlei de praia e handebol
Sites Relacionados
» Confira o perfil de todos os atletas que representam o Brasil em Atenas
» Mande uma mensagem para os atletas brasileiros
» Opine: Você está satisfeito com o desempenho brasileiro em Atenas?
» Conheça as sedes olímpicas
» Saiba tudo sobre a história olímpica
» Veja as melhores fotos dos Jogos Olímpicos
» Confira vídeos sobre a Olimpíada
» Confira o dia-a-dia de Janeth, Virna e Sandra Pires em fotologs exclusivos
» Confira os resultados dos brasileiros
» Veja resultados completos
» Confira o quadro de medalhas
Últimas de Vôlei Masculino
» Bernardinho refuta rótulo de "Dream Team"
» Vôlei mistura festa e decepção na volta ao Brasil
» Giba antecipa volta e chega para ver a filha
» Jogador de vôlei dos EUA é preso por agressão
Busca
Busque outras notícias no Terra:
O atacante Giba, considerado o melhor jogador da Olimpíada, disse que o nascimento da sua filha, Nicoll, em Curitiba, durante a primeira fase dos Jogos, foi o que o impulsionou para buscar a medalha de ouro. "Foi a maior dádiva que eu podia receber. Só de pensar na minha filha, me emociono", disse.

  • Veja fotos
  • Saiba como foi a conquista

    Giba ainda não viu Nicoll, a não ser pela televisão. A menina nasceu no dia após o jogo contra a Itália, na fase classificatória.

    Além disso, o jogador contou que pensava muito no povo brasileiro e que foi isso que passou pela sua cabeça no momento de receber a medalha. "É muita emoção, cada vez que eu vejo a bandeira, penso no quanto é um povo sofrido que passa por muitas dificuldades".

    Giba diz que a emoção nos jogos de vôlei no Brasil também o ajuda em partidas no exterior. "Lembrar daqueles jogos nos ginásios brasileiros com 25 mil pessoas torcendo e cantando o Hino Nacional, mesmo depois que a execução termina, me ajuda muito em quadra".


     

  • Redação Terra