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"Raçudo", Bellini é homenageado por clubes e entidades

20 mar 2014
19h52
atualizado às 20h18
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Um dos personagens mais icônicos do futebol brasileiro, Bellini morreu nesta quinta-feira em São Paulo após batalha contra o Mal de Alzheimer. Capitão da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1958, o ex-zagueiro ficou eternizado por ser o primeiro a realizar o ato de erguer a taça de campeão. O ex-jogador foi homenageados por clubes e entidades esportivas.

Maracanã homenageia Bellini com as cores da Seleção Brasileira
Maracanã homenageia Bellini com as cores da Seleção Brasileira
Foto: Maracanã / Divulgação

Por meio do Twitter, a Fifa postou imagem de Bellini na final da Copa de 1958, contra a Suécia, em que troca flâmulas com o capitão da seleção da casa. Já a Federação Paulista de Futebol (FPF) publicou texto lembrando os feitos do ex-zagueiro, que nasceu em Itapira, no interior de São Paulo.

Já o São Paulo Futebol Clube lembrou da passagem de seis anos de Bellini no Morumbi. Foram 214 partidas com a camisa tricolor, período em que marcou apenas um gol e não conquistou títulos. Entretanto, ele já era jogador do time paulista quando fez parte do elenco da Copa de 1962. "O zagueiro tinha um estilo raçudo, voluntarioso diferente do estilo clássico de Mauro, a quem veio substituir", escreveu o clube tricolor.

Bellini também será homenageado no Maracanã, que ganhará as cores verde e amarela. O zagueiro já é eternizado no estádio carioca por meio de estátua localizada em frente ao Portão D do estádio, acesso que até hoje é conhecido como "Rampa do Bellini".

Fonte: Terra
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