Campeã olímpica da prova em Pequim, em 2008, Maurren saltou 6m61, resultado pior do que os 6m87 que obteve no início de maio, quando ficou com a prata em etapa da Diamond League, em Doha. Mesmo a vencedora da prova no Pará teve marca inferior: Brianna ficou com o ouro com marca de 6m74. Já Keila fez 6m62.
Mesmo com o resultado abaixo do esperado, Maurren não demonstrou estar decepcionada com seu preparo físico. "Estou me sentindo muito forte, muito bem, podendo acertar um grande salto a qualquer momento. Esperava muito aqui, mas, infelizmente, não deu", declarou a atleta do São Paulo.
Sobre sua marca, um centímetro inferior à da compatriota Keila, a atleta apenas se conformou com o detalhe, que pode ser decisivo mais vezes como hoje. "Um centímetro faz muita diferença, separa uma medalha importante de outra. Estamos tentando saltar longe e é isso que importa. Espero que a Keila consiga também o índice para Pan-americano", complementou.
Depois de recuperar de uma cirurgia no joelho em função de uma lesão sofrida em 2010, a são-paulina já está classificada para grandes competições do calendário mundial, como o Pan-Americano do México e o Mundial de Daegu, na Coreia do Sul. A marca que a fez conquistar estas vagas foi de 6m87, conquistada na etapa de Doha da Diamond League, semana passada.
As africanas foram as primeiras atletas a conquistarem medalhas em Belém. As etíopes Almaz Ayana e Mekdes Bekele levaram ouro e prata, reséctivamente, nos 5.000 m feminino. A queniana Purity Cherotich Kirui ficou com o bronze.
Com informações da Gazeta Esportiva.
- Terra





