Acusada de conluio com FIA, Cosworth nega exigência a times

06 de julho de 2009 • 11h14 • atualizado às 11h14
Mosley ainda não apagou todos os incêndios da F1 Foto: AP
Mosley ainda não apagou todos os "incêndios" da F1
24 de junho de 2009
Foto: AP

Antes mesmo de confirmar seu retorno à Fórmula 1 fornecendo motores aos três novos times que integrarão o Mundial de 2010, a Cosworth já é alvo de polêmica no mundo do automobilismo. No último final de semana, o jornal britânico Daily Telegraph denunciou suposto esquema promovido entre a empresa e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

De acordo com a publicação, os novos times que quisessem se inscrever para a próxima temporada eram obrigados pela entidade a utilizar motores da empresa britânica.

"Fomos avisados que, se quisermos uma vaga para o grid em 2010, teríamos de assinar um contrato de três anos com a Cosworth", denunciou um dos membros de uma das equipes que ficaram de fora do próximo Mundial.

Fato é que as três novas escuderias admitidas pela FIA utilizarão os propulsores da empresa: US F1, Manor e Campos. A empresa, por sua vez, emitiu comunicado desmentindo o conluio com a entidade máxima do automobilismo.

"De nenhuma maneira, forma ou pedido nós requisitamos a FIA que fizesse exigências sobre os times em potenciais para entrar na Fórmula 1".

A Cosworth foi fundada em Londres, na Inglaterra, em 1958, e dominou o fornecimento de motores às equipes da Fórmula 1 durante os anos 70. Em 13 oportunidades equipou campeões mundiais, mas acabou deixando a categoria em 2006, quando decidiu não renovar com Williams e Toro Rosso.

Gazeta Press
 
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