Red Bull de Mark Webber brilha com forte sol no GP de Abu Dhabi
02 de novembro de 2009
Foto: AFP
Embora lamente o abandono da Toyota à Fórmula 1, o chefe de equipe da Red Bull, Christian Horner, garante que a categoria está saudável financeiramente. Assim, comemora o fato de que 13 equipes ainda devem estar no grid em 2010, o que seria o maior número desde 1995.
Dando como praticamente certa a entrada da Sauber, agora bancada pela fundação suíça Qadbak, no lugar da Toyota, Horner baseia seus comentários otimistas no campeonato "recheado" de times que terá lugar no ano que vem.
"Isso oferece uma oportunidade para o novo time da Sauber encontrar seu lugar. Então de um fato negativo vem um positivo, e ainda teremos mais carros do que nos últimos anos", disse à revista Autosport. De qualquer forma, mesmo que a antiga BMW não consiga se garantir no Mundial a tempo, 12 times já representariam o maior número de participantes nas últimas sete temporadas.
Assim, Horner entra em desacordo com o atual campeão Jenson Button, que havia previsto uma queda do nível na Fórmula 1, visto que, para o piloto inglês, as estreantes Lotus, USF1, Campos e Manor "não serão competitivas imediatamente".
Para o dirigente da Red Bull, montadoras, como já se viu também com Honda e BMW, "vêm e vão" no cenário da categoria. "Não importa se temos uma escuderia independente ou uma bancada por uma grande companhia, contanto que haja os caras certos", disse ele, que é chefe de uma equipe que não fabrica seus próprios motores.
Nesse contexto, Horner acaba concluindo que a Fórmula 1 sentirá mais a falta do homem forte da Toyota, John Howett, do que propriamente da empresa japonesa. "A Toyota contribuiu enormemente com a Fota (associação de times do campeonato), em particular John. Sentiremos falta dele, mas vamos seguir adiante", afirmou.






