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Ecclestone nega acusações de corrupção: "só me levam do paddock morto"

18 mai 2013
15h50
atualizado às 16h55
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Acusado de suborno pelo Ministério Público de Munique, o britânico Bernie Ecclestone, chefe comercial da Fórmula 1, nega a amigos próximos a possibilidade de deixar a principal categoria do automobilismo mundial.

<p>Ecclestone caminha no paddock da F1 ao lado da filha, Tamara; a amigos próximos, ele teria descartado possibilidade de deixar a categoria</p>
Ecclestone caminha no paddock da F1 ao lado da filha, Tamara; a amigos próximos, ele teria descartado possibilidade de deixar a categoria
Foto: Getty Images

Segundo publica nesta semana o jornal suíço Bild, alguns amigos têm aconselhado Ecclestone dizendo que, aos 82 anos, este pode ser o momento ideal para ele desfrutar da vida ao lado da mulher, a brasileira Fabiana, 37. A resposta do britânico, porém, seria sempre a mesma: "preciso do trabalho diário. Vocês terão de me carregar morto do paddock!".

As especulações sobre a saída de Ecclestone da Fórmula 1 surgiram após a acusação do Ministério Público de Munique. Presidente da FOM, empresa que gerencia os assuntos da principal categoria de automobilismo do planeta, o britânico tem o nome envolvido em casos de suborno e corrupção. Uma das acusações é de que ele teria pagado US$ 44 milhões a Gerhard Gribkowsky, ex-presidente do banco Bayern LB, durante a venda das ações da F1 para a CVC.

No decorrer desta semana, Ecclestone rebateu as denúncias em entrevista ao jornal alemão Bild. "Tudo o que sei é que sou inocente. No final, a verdade aparecerá", disse. "Sou sincero e não sei qual é o estado atual dessa situação. Faz tempo que não tenho contato com os meus advogados. Isso é uma besteira. Além do que, o dinheiro que paguei não tinha nada a ver com venda na participação da Fórmula 1", comentou o dirigente.

Como a denúncia é feita pela Justiça alemã, Ecclestone já afirmou que poderá ir ao país para ajudar a resolver o caso. A situação entre o ex-presidente do banco alemão e o chefão da F1 aconteceu em 2006. Em 2012, Gribkowsky foi condenado a oito anos e meio de prisão.

Com informações da Gazeta Esportiva

Fonte: Terra
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