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Dia da Mulher: Maria de Villota é exemplo de superação na F1 | F1 Onboard
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Dia da Mulher: Maria de Villota é exemplo de superação na F1

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A história do esporte nem sempre é marcada apenas por grandes campeões. Há casos em que os exemplos de superação de limites físicos e mentais prevalecem sobre a pilha de troféus e os frios números de recordes. É o caso de Maria de Villota. A piloto espanhola jamais alinhou em um grid da F1, mas é um inegável personagem dos últimos anos da categoria, pela incrível recuperação e bravura mostradas após um acidente que quase custou a sua vida em 2012, durante um teste pela Marussia. Villota é definitivamente o símbolo da força feminina que merece ser lembrado neste Dia Internacional da Mulher.

Maria Villota sofreu um grave acidente durante testes pela Marussia e perdeu o olho direito

“Há vezes em que você só precisa que alguém lhe diga que não está sozinha e te dê uma força, para lhe dar a oportunidade e determinação para ir lutar pelo o que você quer. Não há dia melhor para lembrar isso do que o 8 de março”, disse Villota em entrevista para o site FIA.

A carreira e a vida da piloto mudou radicalmente na manhã do dia 3 de julho de 2012. Convocada para um teste aerodinâmico no aeródromo de Duxford, Villota colidiu contra um caminhão de apoio que estava estacionado. Com lesões na cabeça, ela sofreu graves ferimentos e correu risco de morrer. A rápida recuperação dela surpreendeu a equipe médica. No entanto, as sequelas do acidente praticamente extinguiram as chances da espanhola guiar um carro de F1 novamente: ela perdeu o olho direito.

“Antes do meu acidente eu estava focada em ser uma piloto de F1 e ter a chance de estar em um grid, era o único foco que tinha. Depois do acidente, minha vida mudou em 180 graus. Eu perdi o olho direito e minha vida profissional como piloto de corridas ficou completamente diferente. Mas foi incrível como eu me senti muito grata por estar viva e ter outra chance. Os médicos diziam que não sabiam se eu iria sobreviver. Eu sabia que o meu sonho de chegar até a F1 seria duro e eu pensava que minha vida inteira seria uma luta, mas eu não esperava ser tão forte quanto fui. Eu acho que minha vida como piloto me ensinou a ser forte e ter determinação para lutar pelas coisas que queremos”, disse Villota.

Que a garra de Villota inspire todas as mulheres neste 8 de março.

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Marcos Chavarria Marcos Chavarria

Marcos Chavarria

Marcos Chavarria é jornalista do Terra. Já trabalhou nos jornais Zero Hora e Diário Gaúcho, do grupo RBS. É apaixonado pelo circo da Fórmula 1 desde que se entende por gente.



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