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 Dono da Red Bull admite promover piloto da Toro Rosso em 2013
14 de fevereiro de 2012 09h04 atualizado às 09h05

Dietrich Mateschitz disse a jornal que a a escuderia manterá a promessa de não fazer jogo de equipe em 2012. Foto: Getty Images

Dietrich Mateschitz disse a jornal que a a escuderia manterá a promessa de não fazer jogo de equipe em 2012
Foto: Getty Images

Sebastian Vettel não terá preferências dentro da Red Bull. Pelo menos, é o que prega o dono da escuderia, Dietrich Mateschitz. Segundo ele, o time disponibilizará as mesmas condições para o alemão e o australiano Mark Webber, não havendo nenhum tipo de jogo de equipe. Porém, o mandatário admitiu que deve promover um piloto da Toro Rosso - que também pertence à multinacional de bebidas energéticas - na próxima temporada da Fórmula 1.

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"Nossa meta é colocar um dos juniores no carro", disse ao jornal austríaco Kleine Zeitung, se referindo a dupla de pilotos da Toro Rosso, Jean-Éric Vergne e Daniel Ricciardo. "Nossa atitude não mudou. Não há jogo de equipe", assegurou.

Apesar do domínio do atual bicampeão mundial Vettel, Mark Webber terá plenas condições de brigar pelo título, segundo o empresário austríaco. No entanto, a chegada de um piloto da Toro Rosso em 2013 faz parte dos planos da escuderia e isso pode determinar o fim do vínculo do piloto australiano com a equipe. Ainda assim, Mateschitz falou da possibilidade de Webber ser o líder da Red Bull na atual temporada.

"Mas por que não Webber? Estou curioso para saber o quanto será difícil ou impossível para Vettel manter seu domínio".

Independentemente do piloto que estará à frente na equipe, Mateschitz acredita que a Red Bull novamente será a escuderia de destaque no Mundial de Pilotos e também no Mundial de Construtores, do qual o time austríaco é o atual bicampeão.

O dirigente também minimizou a importância dos testes em Jerez de la Frontera, na Espanha, realizados na última semana.

"Esses testes não são referência. Cada piloto tem seus próprios objetivos e planos visando atender determinados critérios. Mas acho que o equilíbrio das forças deve permanecer o mesmo", encerrou o empresário.

Gazeta Esportiva