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 Ex-pilotos da Toro Rosso não estavam à altura da Red Bull, diz diretor
16 de fevereiro de 2012 13h52 atualizado às 14h16

Para diretor esportivo da Toro Rosso, Alguersuari e Buemi não mostraram capacidade para ir à equipe matriz. Foto: Getty Images

Para diretor esportivo da Toro Rosso, Alguersuari e Buemi não mostraram capacidade para ir à equipe matriz
Foto: Getty Images

O suíço Sebastien Buemi e o espanhol Jaime Alguersuari não têm condições de seguir o mesmo caminho do alemão Sebastian Vettel e trocar a Toro Rosso pela Red Bull. A opinião é do diretor esportivo da equipe satélite da atual campeã mundial, Franz Tost, e foi publicada pelo site oficial da Fórmula 1.

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"Eu não estou dizendo que não tenham a forma suficiente para a Fórmula 1, porque os dois demonstraram talento em algumas corridas, mas não é o suficiente para a Red Bull. Estamos falando de uma equipe bicampeã do mundo e isso significa que os pilotos devem ter habilidade para ganhar corridas e Mundiais", afirmou.

Sem sucesso na Toro Rosso, Buemi e Alguersuari foram substituídos nesta temporada pelo australiano Daniel Ricciardo e pelo francês Jean-Éric Vergne. Para o diretor esportivo da equipe, a saída dos pilotos deve ser encarada com naturalidade no contexto da categoria.

"Esse é um esporte de alto nível e as saídas fazem parte do jogo. Os dois pilotos devem agradecer à Red Bull, porque de outro modo nunca teriam chegado à Fórmula 1. Inclusive, está nas mãos deles conseguir alguma coisa da oportunidade que a Red Bull lhes deu. Eles podem ser pilotos de elite em outro lugar e ter sucesso", disse Tost.

Sebastien Buemi assumiu o cargo de terceiro piloto da própria Toro Rosso e Alguersuari ainda está com o futuro indefinido. Se não teve pudores de emitir sua verdadeira opinião sobre os pilotos anteriores, Tost procura evitar qualquer tipo de pressão sobre os jovens Ricciardo e Vergne, reforçando a posição da equipe de investir em calouros.

"Eu apoio firmemente essa decisão. Espero que ambos sejam sólidos e isso significa que têm que melhorar, mas não implica em entrar na zona de pontuação, a menos que tenhamos feito um carro ganhador", disse Tost, que prevê dificuldades para seus novos pupilos nas quatro primeiras provas de 2012, todas fora da Europa.

Gazeta Esportiva