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Presidente da Ferrari quer mais fornecedores de motor na F1

18 dez 2015
08h21
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O presidente da Ferrari, Sergio Marchionne, afirmou que sempre encorajou a Volkswagen a entrar na Fórmula 1. Havia especulações de que a montadora alemã poderia entrar na categoria, já que a Red Bull sofria para arrumar um novo fornecedor de motores com o rompimento do contrato da equipe com a Renault.

Entretanto, com os escândalos dos testes de emissão manipulados pela Volkswagen, o possível ingresso dos alemães na categoria mais famosa do automobilismo foi adiado. Segundo Marchionne, empresas grandes como a Volkswagen sempre causaram estranhamento ao mandatário da Ferrari pelo fato de elas não estarem presentes na Fórmula 1.

“Apesar dos problemas que a Volkswagen está enfrentando, eu sempre encorajei os últimos diretores da empresa a entrarem na Fórmula 1. Empresas grandes como essa ausentes na categoria sempre causaram estranhamento em mim. Eu também encorajei a General Motors a entrar no negócio, eu sempre tento encorajar todas as montadoras”, disse.

Segundo o presidente ferrarista, uma maior pluralidade de montadoras na Fórmula 1 seria benéfico para o esporte, acirrando a disputa e concorrência. Mesmo com o escândalo envolvendo a Volkswagen recentemente e com a cara punição que receberam, os alemães continuam desenvolvendo programas automotivos, como seus três carros no Mundial de Rally.

Já as marcas que também pertencem a Volkswagen como Audi e Porsche reduziram sua participação nas 24 horas de Le Mans de três para dois carros. Há a possibilidade de outras montadoras terem adotado uma postura temerosa pelo insucesso da Honda nesta atual temporada com a McLaren.

“A Honda pode fazer grandes coisas e voltar a vencer. Nós precisamos de mais fornecedores na Fórmula 1”, rebateu Marchionne, minimizando as dificuldades que a montadora japonesa teve na parceria com a McLaren, lutando sempre pelas últimas posições do grid.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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