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| Fórmula 1 2005 |
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| Ano a ano, os principais momentos da Fórmula 1 |
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| Aparecem duas equipes novas na categoria: Surtees e March. A última conta com os serviços de Jackie Stewart, o que representa sua primeira vitória no GP da Espanha, em Jarama. Jochen Rindt é o campeão no GP da Holanda a bordo da Lotus 72, que introduz os radiadores laterais e faz sua aparição na F-1 com grande sucesso. No mesmo circuito holandês, Piers Courage morre preso em sua Williams em chamas. Bruce McLaren perde a vida em Goodwood durante prova de Can-Am. Rindt, de temporada regular e excelente desempenho, morre durante os treinos para o GP da Itália. De maneira póstuma, ele é reconhecido como campeão do mundo. |
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| Alegando razões de segurança, a FIA consegue retirar os GPs do México e Bélgica do campeonato. Pedro Rodríguez morre em corrida, mas não de F-1: era uma prova de autos esporte. Niki Lauda estréia como piloto da categoria, no volante de un March, no GP da Áustria. O GP da Itália se transforma em uma disputa muito apertada: Peter Gethin vence a Ronnie Peterson por 0,01s. A Lotus perde espaço no campeonato ao não conseguir nenhuma vitória em toda a temporada, o que não ocorria desde 1960. Jo Siffert quase morre afogado, depois de sofrer um acidente em Brands Hatch, em corrida válida para o campeonato. Jackie Stewart se consagra como campeão mundial. |
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| A Brabham passa para o comando de Bernie Ecclestone, enquanto a Lotus compete trazendo as cores da John Player Special (JPS), que vai se converter na nova imagem dos seus carros e a maneira pela qual seriam reconhecidos no futuro. O calendário do campeonato inclui de novo o GP de Argentina. Jackie Stewart vence a primeira prova. A segurança das pistas se vê questionada pela instalação de chicanes no circuito de Monza e pela morte de Jo Siffert, em Le Mans. Emerson Fittipaldi alcança a coroa de campeão do mundo, depois de triunfar no GP da Itália. Com seus 25 anos, é o campeão mais jovem da história. |
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| As escuderias Shadow e Embassy (esta última de Graham Hill) fazem sua estréia na F-1. O domínio do motor Ford DFV é absoluto: ganha todas as corridas da temporada. No GP da África do Sul, Mike Hailwood se converte em herói ao resgatar Clay Regazzoni e evitar que ele morresse queimado sob o peso de sua BRM. A Hailwood se dá o reconhecimento e valor com a entrega do prêmio George Medal. De igual maneira, David Purley se faz merecedor do mesmo reconhecimento devido a sua tentativa infrutífera de resgatar Roger Williamson no GP da Holanda. Williamson morreu queimado dentro de seu March 731. O GP da Inglaterra também é acidentado. Jody Scheckter bate um pouco depois do início da prova, ocasionando um acidente mais espetacular do que grave. Nove carros se envolvem e ficam fora da corrida. Jackie Stewart leva o seu terceiro título mundial ao ganhar o GP de Alemanha. |
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| A Ferrari contrata o piloto austríaco Niki Lauda para a temporada. A equipe Penske faz sua estréia na categoria durante o GP do Canadá. Mike Hailwood resolve abandonar as pistas depois do acidente que sofreu no GP da Alemanha. Peter Revson e Helmut Koinning são as vítimas fatais do ano. O primeiro morreu em um treinamento privado e o segundo durante o GP dos Estados Unidos que se realizava no circuito de Watkins Glen. Denny Hulme decide abandonar as pistas depois de uma temporada pouco brilhante. McLaren e Emerson Fittipaldi chegam de novo ao título do campeonato. |
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