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| Fórmula 1 2005 |
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| Ano a ano, os principais momentos da Fórmula 1 |
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| A escuderia Minardi estréia na F-1. No GP de Portugal, Ayrton Senna consegue sua primeira vitória, após disputar somente 16 corridas dentro da categoria. O governo francês pede às escuderias Renault e Ligier que boicotem o GP da África do Sul em protesto contra o apartheid. A. Benetton entra no mundo da F-1 como patrocinadora da equipe Toleman. Niki Lauda decide retirar-se, definitivamente, da categoria, enquanto Alain Prost se converte no primeiro francês a ser campeão mundial de pilotos. |
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| Frank Williams fica paralítico depois de sofrer um acidente com seu carro de passeio ao regressar de uma sessão de treinos em Paul Ricard. No GP de Jerez, Ayrton Senna supera Nigel Mansell em um final extremamente disputada e ganha com uma diferença de 0,014s. Elio de Angelis morre numa Brabham, ao sofrer um acidente em uma sessão de treinos fechados em Paul Ricard. O recorde de participações em GP que pertence a Graham Hill (176) é igualado por Jacques Laffite, no GP da Inglaterra. Mas logo no início da corrida Laffite se acidenta e quebra as pernas e a pélvis: foi o fim de sua carreira. Alain Prost consegue o bicampeonato e a Williams leva o campeonato de construtores. |
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| As equipes Lotus e Williams treinam com sistemas de suspensão ativa. Alain Prost ganha o GP de Portugal e supera a Jackie Stewart em número de vitórias, atingindo a marca de 28 triunfos. Didier Pironi morre durante uma competição. A FIA se inclina a reduzir a potência dos motores para a próxima temporada. Depois de um ano de transição, serão proibidos os turbo. Os aspirados, de 3.500cc, com um máximo de doze cilindros, serão os donos da festa. Piquet, com a Williams, consegue o tricampeonato de pilotos. |
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| As primeiras equipes a adotar as medidas impostas pela FIA são Benetton e Williams, que a partir deste ano trocam seus motores turbo por aspirados. Gerhard Berger, conduzindo uma Ferrari, ganha a única corrida que não é dominada pelas McLaren: o GP de Itália, em Monza. Parecia até uma homenagem póstuma a Enzo Ferrari, que morreu pouco antes. O resto da temporada esteve sob o implacável domínio de Senna e da McLaren. O primeiro obteve um recorde ao ganhar oito corridas dentro da temporada, a segunda venceu quinze das 16 provas disputadas. Senna, o melhor piloto do mundo; McLaren, a melhor equipe. |
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| Devido a um espetacular acidente sofrido durante sessões de treinos da AGS, Phillippe Strieff fica paralítico. A Renault regressa à F-1 como fornecedora de motores para a Williams. Ricardo Patrese supera o recorde de número de GP disputados. Alain Prost consegue o terceiro campeonato mundial ao vencer no Japão. Nesta corrida, um pequeno acidente com seu companheiro de equipe, Ayrton Senna, causa grande polêmica, porque não se consegue determinar de quem foi a responsabilidade pelo choque. Os dois disputavam o título e trocaram acusações mútuas de falta de esportividade. |
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