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Raikkonen lidera 1º classificatório
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| EFE |
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O bilionário Alex Shnaider negou especulações de que queira vender sua equipe de F1, a Jordan, que comprou em janeiro. Os rumores sobre uma possível venda espalharam-se como fogo no GP de Mônaco, mas o russo naturalizado canadense desmentiu os boatos em entrevista neste sábado.
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"Não é verdade. Não quero vender a equipe", disse ele à bordo de seu luxuoso iate, o Midlandia.
"Fui indagado, uma pergunta teórica, sobre se seria possível vender a equipe e disse que tudo está à venda. Compramos negócios, vendemos negócios, compramos empresas, vendemos empresas. No final do dia, somos uma empresa de investimento, então, obviamente, as coisas podem ser vendidas se o valor correto for oferecido. Mas ninguém me ofereceu nada, e não sei de onde veio isso", disse Shnaider.
O ex-piloto Eddie Irvine, que tem aparecido ao lado de um rico investidor russo em três corridas consecutivas, está ligado a uma possível venda da equipe que usa motor Toyota.
Shnaider negou as conversas com o irlandês e disse que seu plano de renomear a equipe, que passaria a se chamar Midland em 2006, ainda está no calendário.
"Tudo está indo de acordo com o planejado, o carro está sendo desenvolvido, e tudo está indo para frente", disse ele.
O dono da equipe respondeu ainda sobre os rumores de que a escuderia, baseada em Silverstone e cujos pilotos são o indiano Narain Karthikeyan e o português Tiago Monteiro, estaria sendo perseguida por fornecedores de contas não pagas.
"Pegamos a empresa quando estava uma grande bagunça. Há todo tipo de conta que não temos idéia do que seja. Há muitos fornecedores que tentam tirar vantagem quando a presidência muda", declarou o empresário.
"Todo mundo no final do dia está sendo pago, mas claro que não queremos pagar todas as contas que chegam aqui se não sabemos de onde vem. Temos que investigar a origem delas, e é por isso que são muitas. É normal."
A idéia inicial de Shnaider era entrar na F1 com a Midland ano que vem, mas ele comprou a Jordan para "salvar" 48 milhões de dólares. E deixou claro que 2005 era um mero ano de estabilização.
"Compramos a empresa no final de janeiro, entramos na fábrica e não tinha carro pronto, nem pilotos e nenhum patrocinador. Não havia nada. Tivemos que quantificar as ações que temos e torná-las valiosas."
"Se começarmos a fazer as coisas de forma diferente vai ser no nome da Jordan neste ano, e o nome Jordan vai desaparecer em cerca de meses. Então para quê gastar todo esse dinheiro?"
"Queremos manter os custos baixos este ano. É muito fácil gastar. Para o ano que vem, vamos estar preparados para isso e vamos gastar", completou.
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