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O britânico Bernie Ecclestone, diretor-geral da Fórmula 1, assinalou em uma entrevista a uma revista alemã publicada nesta quarta-feira, que as equipes da categoria maior do automobilismo internacional poderiam ser competitivas com um orçamento menor, de "50 milhões de euros por temporada".
As propostas feitas pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) para baixar a 100 milhões de euros os orçamentos de 2008 "não são suficientes", disse Ecclestone ao semanário Sport-Bild.
"Atualmente se tem que gastar 200 milhões de euros por temporada para ser competitivo, eu quero chegar ao patamar de 50 milhões", explicou para acrescentar que com os "progressos técnicos atuais se pode conseguir o mesmo com menos recursos".
"Se Cosworth pode fornecer um motor competitivo por 14 milhões de euros por ano, os outros também podem fazê-lo", disse Ecclestone ao citar um exemplo que qualificou de positivo, citando como exemplo negativo a Toyota, que tem os mais altos recursos.
"A Toyota dispõe do mais alto orçamento (400 milhões de dólares por ano), e isso é um perigo para a F-1", afirmou o inglês para acrescentar que "é uma loucura" uma escuderia ter mais de 100 empregados.
"Os melhores da Fórmula 1 sãos os pilotos. Mirem-se no exemplo de (Michael) Schumacher. Ele não faz uma grande campanha de imagem para a Ferrari. Simplesmente ganha", concluiu.
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