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Fórmula 1 2006
Sábado, 21 de outubro de 2006, 09h04  Atualizada às 11h18
Torcida e equipe sofrem arrastões em Interlagos
 
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O esquema montando pela Polícia Militar e CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) para evitar tumultos e acumulação excessiva de pessoas em torno do autódromo de Interlagos, durante o final de semana do GP do Brasil, não evitou os arrastões e assaltos durante a sexta-feira.

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De acordo com a rádio Jovem Pan, torcedores e até mesmo integrantes das equipes de Fórmula 1 não escaparam dos bandidos que se aproveitam da morosidade do trânsito para realizar assaltos.

Os principais alvos são os torcedores estrangeiros e os carros oficiais das escuderias, que possuem logo e propaganda oficial do GP, facilitando a identificação pelos ladrões.

Ainda segundo a rádio, na sexta-feira, as principais vítimas foram integrantes da equipe de apoio da Toyota, que foram assaltados quando deixavam o autódromo de Interlagos.

"Aconteceu algo que é muito comum aqui no brasil. Foi um assalto à mão armada e eram cerca de 20 adolescentes, foi um arrastão mesmo. Além do nosso, outros carros também foram abordados", explicou a assessora-chefe da equipe japonesa Fernanda Villas-Boas.

A brasileira, que mora na Alemanha há 20 anos, lamentou o fato e relatou que uma de suas funcionárias precisou de atendimento médico.

"Eu sempre dirijo, mas para não falar ao celular ao mesmo tempo, deixei meu funcionário inglês dirigir. Quando fomos abordados, ele tentou fugir. E foi aí que o menino colocou a arma na minha cabeça, eu pedi para ele parar e não sair com o carr. Ele (assaltante) achou que fosse blindado e começou a chutar o vidro com muita raiva. E o carro de trás começou a buzinar, nós nos abaixamos e eles começaram a atirar no carro de trás. Quando deu tempo, mandei ele acelerar, depois nós trocamos de posição e fui acalmando eles", contou Fernanda.

"Dentro do carro éramos eu, um inglês e duas alemãs. Uma das minhas amigas alemãs disse que tinha medo de vir sozinha, falei para ela não se preocupar e aconteceu isso. Ela não conseguia nem falar, foi um choque, tive que chamar um médico pra ela", completou.

Esperançosa de que o fato não tenha relação com o GP do Brasil, Fernanda incentiva o público a comparecer ao evento, mas reconhece que o fato é ruim para a imagem do Brasil.

"Eu vivo há 20 anos na Alemanha e isso acaba denegrindo a imagem do Brasil É um problema da cidade, não é em Interlagos, mas isso faz com que as pessoas tenham um pouco mais de receio, o governo tem que investir mais no policiamento. Mas, por favor, não confundam as coisas, o GP do Brasil vai ser um sucesso, venham ao autódromo, será uma decisão de campeonato", concluiu em entrevista à rádio Jovem Pan.

De acordo com denúncia, a PM tem se concentrado em frente ao local do GP do Brasil e diminuindo a segurança em torno do autódromo.


 

Redação Terra