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História

Ano a ano, os principais momentos da Fórmula 1
1950 - 1954 1955 - 1959 1960 - 1964 1965 - 1969
1970 - 1974 1975 - 1979 1980 - 1984 1985 - 1989
1990 - 1994 1995 - 1999 2000 - 2005

1950
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) organiza o primeiro Campeonato Mundial de Pilotos, que começa com o GP da Inglaterra, no circuito de Silverstone. Os carros correm com as especificações impostas pela FIA, em 1947, com uma capacidade máxima de 4500cc para motores aspirados e de 1500cc para motores "superalimentados". O primeiro carro com motor traseiro, o Cooper-JAP, é apresentado ao mundo durante o GP de Mônaco. Depois de sete corridas, Giuseppe Nino Farina, com uma Alfa Romeo, é declarado o primeiro campeão mundial.

1951
Froilán González consegue a primeira vitória para a Ferrari no GP da Inglaterra, em Silverstone. A Alfa Romeo, campeã da primeira temporada, dá adeus à Fórmula 1. Juan Manuel Fangio consegue 36 pontos depois da disputa de nove corridas. É o primeiro título mundial do argentino. O italiano Alberto Ascari fica com o segundo lugar, mas não parece satisfeito com a situação.

1952
Juan Manuel Fangio abandona a temporada com uma contusão no pescoço. O caminho fica livre para Ascari ganhar seis de oito corridas e levantar seu primeiro título mundial. Com pouco apoio dos organizadores, a temporada foi disputada em carros de Fórmula 2 e não teve tanto brilho. A Ferrari faz um ano inesquecível e ganha sete provas. Só Indianápolis fica de fora.

1953
A Ferrari mantém o bom nível e fatura sete das nove provas, mas a Maserati parece decidida a entrar na briga. Isso é o que fica evidente na última corrida da temporada, em Monza, que é a única vencida por Fangio. Ascari não tem maiores problemas para se transformar no primeiro bicampeão mundial. A novidade fica por conta do GP da Argentina, o primeiro em terras sul-americanas.

1954
As novas estipulações com respeito à capacidade máxima dos motores dos carros de Fórmula 1 (2500cc para motores aspirados e 750cc para motores turbo) acabam com o monopólio de vitórias da Ferrari. O grande beneficiado é Fangio que, pilotando primeiro a Maserati 250F, e depois mudando para a escuderia Mercedes-Benz, alcança seu segundo título mundial com 57 pontos. O vice-campeão, Froilán González, atinge somente a marca de 26. A Lancia ingressa oficialmente no campeonato.