| 1994 |
| Ayrton Senna vai para a Williams como favorito indiscutível ao título. São proibidos os sistemas de suspensão ativa e controle de tração. Mas o GP de Ímola deste ano vai representar o fim da carreira para o campeão. Uma prova fatídica, em todos os sentidos. O brasileiro Rubens Barrichello sofre um grave acidente; Roland Ratzenberger morre ao chocar sua Simtek contra o guard-rail; Lehto bate com Pedro Lamy e os restos dos seus carros atingem oito pessoas da platéia; e, finalmente, Ayrton Senna morre depois de bater fortemente contra a mureta da curva Tamburello. Pouco tempo depois, no GP de Mônaco, Karl Wendliger sofre um acidente que o deixa em estado de coma. Na última corrida da temporada, acontece um incidente que nunca ficou muito claro: Schumacher, com um ponto de vantagem, bate contra o muro e depois choca seu carro, convenientemente, em Damon Hill. Ambos ficam fora da corrida e o alemão conquista o título. O primeiro para a Alemanha. |
| 1993 |
| A FISA desaparece. De agora em diante todas as atividades relacionadas com a F-1 são da jurisdição da FIA. Prost vai para a Williams e seu companheiro de equipe é o inglês Damon Hill, que surpreende ao conseguir três vitórias consecutivas na temporada. Senna agride Irvine, no Japão, depois de ter uma forte discussão com o irlandês. Prost se despede da F-1 com o maior número de vitórias, voltas rápidas e pontos da história.. Com seus quatro títulos mundiais fica atrás somente do legendário argentino Juan Manuel Fangio. |
| 1992 |
| A Williams volta a fazer uso do sistema de suspensão ativa. O inglês Nigel Mansell, que havia pensado em parar duas temporadas antes, ganha as primeiras cinco provas do campeonato. Ele estabelece um novo recorde para início de temporada. No término do campeonato, Mansell obtém outro recorde: nove vitórias na temporada e o título de campeão mundial. Com a coroa, Mansell decide abandonar a categoria para ir competir na Fórmula Cart. Denny Hume, o campeão do mundo de 1967, morre de ataque cardíaco, logo depois de pilotar sua BMW M3 em uma prova de Gran Turismo. A Honda se retira de F-1. |
| 1991 |
| Mika Hakkinen estréia na F-1 no GP dos Estados Unidos. Michael Schumacher também debuta, mas no GP da Bélgica, em Spa-Francorchamps. A Jordan também estréia com resultados surpreendentes e acaba o campeonato em quinto lugar, obtendo 13 pontos. Ayrton Senna começa a temporada acelerando forte: ganha as quatro primeiras corridas e mantém um nível bastante regular, que se traduz na conquista do tricampeonato mundial. A hegemonia da McLaren parece ser indiscutível: sete títulos de construtores nas últimas oito temporadas. A Honda também está em estado de graça: seus motores conquistaram cinco títulos consecutivos. Nelson Piquet se despede da F-1. |
| 1990 |
| É negada a Super-Licença para Ayrton Senna devido ao acidente com Prost na última corrida da temporada anterior. A McLaren consegue resolver tudo de forma política e o brasileiro alinha desde o primeiro GP. Adrian Newey vai para a Williams como especialista em aerodinâmica, mas seu talento se mostra tão grande que, em pouco tempo, ele passa a ocupar o posto de projetista. Newey é o maior responsável pelo domínio das Williams na primeira metade dos anos 90. Senna e Prost voltam a bater no Japão. Ambos abandonam a corrida na primeira volta. Só que desta vez a vantagem é de Senna, que chega ao bicampeonato mundial. |
|