| 2004 |
| Em nenhum momento o alemão Michael Schumacher teve ameaçada a conquista de seu sétimo título mundial. Depois de vencer 12 das 13 primeiras provas da temporada, o piloto da Ferrari assegurou a conquista com um segundo lugar no GP da Bélgica. O brasileiro Rubens Barrichello, vice-campeão, brilhou ao vencer na Itália e na China. A surpresa do campeonato foi a BAR. A escuderia inglesa ficou atrás apenas da Ferrari no Mundial de Construtores e seu primeiro piloto, Jenson Button, superou rivais da McLaren e Williams para conseguir a terceira posição. |
| 2003 |
| A FIA decidiu mudar as regras do jogo para aumentar a competitividade nas corridas em 2003. O sistema de pontuação e o treino de classificação foram alterados. Os pilotos teriam direito a dar apenas uma volta lançada no treino de sábado, que define o grid de largada. O resultado das alterações pôde ser visto logo nas primeiras etapas. David Coulthard e Kimi Raikkonen, pilotos da McLaren, venceram, respectivamente, o GP da Austrália e o da Malásia. Na tumultuada corrida do Brasil, Giancarlo Fisichella, a bordo da Jordan, conquistou os dez pontos. O alemão Michael Schumacher conquistou sua primeira vitória apenas na quarta etapa do campeonato, em San Marino. Mas precisou lutar até a última corrida do ano, no Japão, para comemorar o hexacampeonato, o quarto título com a Ferrari. Schumacher, Raikkonen e Juan Pablo Montoya, da Williams, foram os pilotos que lutaram pela primeira colocação no Mundial. Na classificação final, o alemão ficou na frente, mas com apenas dois pontos de vantagem para Raikkonen e 11 na frente do colombiano. |
| 2002 |
| Outra temporada ferrarista, com domínio absoluto de Michael Schumacher. O alemão conquistou o título por antecipação e igualou o recorde de cinco coroas ostentado pelo argentino Juan Manuel Fangio. Foi um ano repleto de polêmicas. Como a que aconteceu no GP da Áustria, em que Schumacher ganhou por ordem direta de sua equipe, que impediu o companheiro Rubens Barrichello de vencer. O colombiano Juan Pablo Montoya não ganhou uma corrida, mas marcou sete poles e ficou em terceiro no campeonato. O brasileiro Barrichello foi o vice. |
| 2001 |
| O ano da estréia do colombiano Juan Pablo Montoya na categoria, quando ele registra sua primeira pole position (Hockenheim) e sua primeira vitória (Monza). Durante o campeonato, ganho com muita facilidade por Michael Schumacher (tetracampeão), se viram as diferenças entre as grandes equipes (Ferrari, McLaren e Williams) e o resto dos times. O finlandês Mika Hakkinen (McLaren) e a escuderia francesa Prost, de propriedade do tetracampeão Alain Prost, se despediram definitivamente das pistas. |
| 2000 |
| A Ferrari teve que esperar 21 anos para saber, novamente, o que era ter um piloto campeão mundial. E o campeonato foi uma verdadeira temporada de gigantes. No correr de 2000, dois protagonistas dominaram o palco: McLaren e Ferrari. Para ser mais exato: Hakkinen e Schumacher. A tabela de resultados explica melhor: a Ferrari obteve 10 vitórias (Schumacher 9 e Barrichello 1) sobre as 7 da McLaren (Hakkinen 4 e Coulthard 3). A maior novidade foi o regresso da F-1 aos Estados Unidos, com a inclusão do circuito de Indianápolis. Apesar da baixa velocidade da parte interna do traçado, a longa reta conseguia equilibrar a média horária do traçado de forma favorável. A tristeza na temporada foi o regresso da morte às pistas. Desde o desaparecimento de Senna, em 1994, a F-1 não havia mais lamentando nenhuma perda de vida. Mas o acidente múltiplo causado por Frentzen, na segunda chicane do GP da Itália, ocasionou a morte do bombeiro Paolo Gislimberti, que foi atingido por um pneu. O final da temporada, na Malásia, foi festivo e alegre para os ferraristas, que comemoraram os títulos de Schumacher e de construtores. |
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