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Domingo, 21 de outubro de 2007, 15h33 Ídolo na Ferrari, Raikkonen foi aposta de rival |
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A estréia de Kimi Raikkonen na Fórmula 1 causou polêmica em 2001. O suíço Peter Sauber decidiu contratar o jovem piloto que tinha como experiência apenas algumas corridas de Fórmula Renault, mas a aposta do dirigente deu certo.
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Na corrida de estréia na F-1, Raikkonen já surpreendeu e conseguiu somar o primeiro ponto na categoria ao terminar em Melbourne em sexto lugar - na época apenas os seis primeiros pontuam - com o carro da Sauber.
O finlandês ainda pontuaria em mais três corridas daquele campeonato, sendo dois quartos lugares na Áustria e no Canadá, terminando a competição na décima posição.
Com apenas 22 anos, Raikkonen despertou o interesse de Ron Dennis e foi contratado pela McLaren. Na escuderia parceira da Mercedes-Benz, o finlandês ocuparia a vaga do compatriota Mika Hakkinen, bicampeão mundial em 1998 e 99.
Na nova equipe, Raikkonen teve um primeiro ano difícil de adaptação, somando quatro pódios na temporada. No ano seguinte, a primeira vitória chegou no GP da Malásia e a consistência naquele ano permitiu ao finlandês ficar com o vice-campeonato, superado apenas pelo alemão Michael Schumacher, da Ferrari.
Em 2004, a McLaren não teve o mesmo equipamento eficiente e o finlandês não pôde comemorar muito, exceto uma vitória no GP da Bélgica. Na temporada posterior, Raikkonen teve então a sua melhor temporada com sete vitórias e um novo vice-campeonato.
A despedida na escuderia inglesa foi meio melancólica em 2006, quando não conseguiu vencer nenhuma prova. Na parte final daquela temporada, o finlandês foi anunciado como substituto de Schumacher na Ferrari. Na nova equipe, o finlandês conquistou vitórias, mas não chegou ao sonhado título, somando dois vice-campeonatos em 2003 e 2005.
Nesta temporada, o piloto decidiu trocar a McLaren pela Ferrari com a difícil missão de assumir o cockpit do alemão Michael Schumacher, pentacampeão pela escuderia italiana de 2000 a 2004.