
Atualizada às 14h52 Às vésperas do início dos treinos da Fórmula 1 em Magny-Cours, a categoria vive um momento de ebulição fora das pistas. Segundo o site F1-Live, os pilotos estariam ameaçando entrar em greve antes do GP da Inglaterra, a ser disputado no dia 6 de julho, em Silverstone. O motivo seria o alto preço cobrado pela Federação Internacional do Automóvel (FIA) para as "superlicenças" que os competidores devem renovar anualmente para participar do campeonato.
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Até a temporada 2007, os pilotos tinham que desembolsar 1690 euros (cerca de R$ 4,2 mil), mais 447 euros (cerca de R$ 1,1 mil) por cada ponto conquistado no ano anterior.
Para 2008, a entidade mudou os valores, passando a cobrar 10 mil euros (cerca de R$ 24,8 mil), mais 2 mil euros (cerca de R$ 4,97 mil) por ponto conquistado no campeonato anterior.
Isso significou, por exemplo, que a superlicença deste ano do finlandês Kimi Raikkonen, da Ferrari, campeão do mundo em 2007, custou 230 mil euros (cerca de R$ 571 mil).
A revista alemã Auto Motor und Sport afirma que a GPDA (organização que reúne alguns dos pilotos da categoria) exige uma reunião urgente com Max Mosley, presidente da FIA, antes da corrida em Silverstone para tentar contornar o caso.
Redação Terra
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