
Atualizada às 18h58 Os pilotos da Stock Car enfrentarão neste final de semana um desafio diferente do que encontraram nas duas etapas iniciais da temporada. Além de ter pela frente o circuito mais veloz do Brasil, a prova de Curitiba será marcada pela baixa temperatura.
Na primeira das duas visitas à capital paranaense, a principal categoria do automoblismo nacional encara o Autódromo Internacional de Curitiba. Atualmente, a Stock é a única competição brasileira a utilizar esse traçado.
Com velocidade média de 180 km/h, o circuito paranaense supera, inclusive, a atingida no anel externo de Brasília, onde foi realizada a última prova da categoria no início do mês.
Outra curiosidade da terceira etapa da temporada é que será a primeira corrida realizada com temperatura mais baixa. "Desta vez não correremos no 'misto frio' de Curitiba", brinca André Bragantini, da Eurofarma, referindo-se ao traçado completo da pista e ao clima mais ameno da cidade na qual o paulista vive atualmente.
Nas duas primeiras provas, realizadas em São Paulo e Brasília, o clima quente exigiu muito dos competidores e desgastou bastante os carros da categoria. "Agora, andaremos com temperaturas na casa dos 12º e 15ºC, de acordo com a previsão meteorológica. E isso influencia positivamente no desempenho do carro e dos pneus", prevê Bragantini, que conquistou sua última vitória neste mesmo traçado de Curitiba, quando ainda corria pela Stock Light.
O paulista acredita que correr no anel externo é mais coerente, já que a última prova, em Brasília, também foi disputada neste tipo de traçado. "Antes eu gostava mais de circuitos mistos. Depois de conquistar meus melhores resultados em anéis externos, passei a gostar deles", disse.
"Parece que é fácil, mas não é, pois a diferença de tempo está nos pequenos detalhes", destaca o piloto, que aposta em uma diferença ainda menor de tempos entre um carro e outro nesta etapa.
Redação Terra
19h33 » Pilotos criticam condições de pista de Campo Grande