Armador argentino lamenta confronto com equipe brasileira, treinada por seu conterrâneo Rubens Magnano (foto)
Foto: Reuters
Pablo Prigioni, armador da seleção argentina e do Real Madrid, disse que tanto sua equipe quanto a do Brasil, rivais na próxima terça-feira nas oitavas de final do Mundial de basquete da Turquia, "têm potencial para avançarem mais uma rodada".
"Lamento que o confronto ocorra agora, porque acho que as duas equipes poderiam ir mais longe com facilidade. É o mesmo que aconteceu ontem com a Espanha e a Grécia e com o jogo entre Sérvia e a Croácia. O nível é muito parecido e obriga a jogos decisivos já nas oitavas", afirmou Prigioni.
A importância da partida (contra o Brasil) é óbvia. "Agora não há margem de erro, quem perde vai para casa. Foi-se o tempo para especular e pensar em cruzamentos, agora é preciso jogar o melhor possível e ter aquela dose de sorte necessária para ganhar", acrescenta o armador.
Depois de alguns problemas de última hora, o atleta acredita que a Argentina está melhorando seu jogo.
Recentemente, a equipe sofreu a baixa de Andres Nocioni, por lesão, e a de Fabrizio Oberto, por virose.
"Agora, para nossa sorte, teremos Fabri para esse jogo, o que nos dá maior solidez defensiva e opções ofensivas. Tomara que possamos estar no nível máximo, é o nosso objetivo", disse.
Prigioni se mostrou otimista com a trajetória da Argentina no Mundial.
O Terra, em parceria com o Esporte Interativo, transmite a partida entre Brasil e Argentina ao vivo, a partir das 15h (de Brasília) de terça.

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