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 Para enfrentar Brasil, argentinos dizem que é preciso fazer sacrifício
06 de setembro de 2010 07h46 atualizado às 08h13

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Ruben Magnano orienta a Seleção Brasileira no jogo contra os EUA. Foto: Reuters

Pivô Oberto espera que sua equipe apresente um jogo compacto contra o time dirigido por R. Magnano (foto)
Foto: Reuters

Fabrício Oberto, pivô da seleção argentina de basquete masculino, acredita que o confronto das oitavas de final contra o Brasil, na próxima terça-feira, pelo Mundial da Turquia, será "um dos mais equilibrados dos últimos mundiais".

"Não vai ser fácil o jogo contra o Brasil. Nenhuma partida das oitavas de final de um Mundial é, pelas lembranças que tenho de Mundiais anteriores, mas este é dos mais equilibrados que existe", disse Oberto.

O pivô ficou de fora da equipe por causa de uma virose. "Estou me recuperando dia a dia e aproveitando estes dias de descanso, o que está me fazendo muito bem. Vou tratar de voltar e dar tudo de mim. É preciso ter os pés no chão, jogar, colocar muito sacrifício para passar das oitavas e estar com a cabeça concentrada. Isso é o que posso oferecer à equipe", afirmou.

A Argentina parece crescer a cada jogo conforme avança na competição, o que sempre é um bom sinal.

"Sempre nos vemos com vontade de chegar ao mais alto possível. É a ambição deste grupo nos últimos anos e torneios", acrescentou o jogador.

A curiosidade da primeira fase é que a melhor partida da Argentina, contra a Sérvia, foi justamente a que equipe perdeu.

"Na primeira fase tivemos muitos altos e baixos. Contra a Sérvia tivemos um jogo compacto, além da derrota, e isso temos de mantê-lo", disse o pivô.

O Terra, em parceria com o Esporte Interativo, transmite ao vivo a jogo entre Brasil e Argentina, a partir das 15h (de Brasília) de terça-feira.

EFE
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