Splitter ainda não respondeu à direção do Tau sobre permanência
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"A oferta existe realmente, mas ele está totalmente focado na disputa das finais", explica o agente do atleta, Marcelo Maffia. "Ele não decidiu nada ainda. O Tau quer renovar por mais dois anos, mas ele só define após a decisão do título."
Informada da proposta espanhola, a franquia norte-americana enviou um representante à Europa para acompanhar o caso. Mas tudo o que ela pode fazer é aguardar a decisão do atleta.
Todos os jogadores selecionados pelo draft são contratados dentro das regras da liga norte-americana. O primeiro contrato, de três anos com opção por mais um, tem valor estipulado pela NBA. "E não há possibilidade de contraproposta", destaca Maffia.
Apesar da tentação de se transferir para a liga profissional mais famosa do mundo, continuar na Europa pode ser um bom negócio para Splitter. "Financeiramente, uma equipe de ponta como o Tau tem todas as condições de oferecer um contrato muito interessante para o jogador", reconhece o agente.
Splitter ainda está sob contrato com a equipe espanhola, mas uma das cláusulas permite que ele deixe o time no final desta temporada para se transferir para a NBA. Para isto, ele precisa pagar o valor da multa rescisória (estimado em cerca de 1 milhão de euros no ano passado). Mas o Spurs só são autorizados a bancar US$ 500 mil nesta negociação, ficando o restante a cargo do próprio atleta.
A trajetória de Splitter na Europa começou em 2000, quando foi contratado pelo Tau aos 15 anos. Antes de chegar à equipe principal, em 2004, o catarinense de Blumenau, jogou nos times de acesso, defendendo o Araba Gorago, no primeiro ano, e o Bilbao Basket nos três anos seguintes.
- Gazeta Press



