Empresa chinesa usa o nome de Jordan traduzido e acompanhado do número 23
Foto: Getty Images
A lenda do basquete americano Michael Jordan levou a julgamento a marca esportiva chinesa Qiaodan pelo uso indevido de seu nome, informou nesta quinta-feira seu advogado citado pela agência oficial Xinhua. O ex-jogador do Chicago Bulls alega que o próprio nome da empresa utiliza sem permissão a tradução para mandarim de "Jordan", o sobrenome do atleta, acompanhado do número 23 (o mesmo que usava em seus clubes).
A Qiaodan tentou até usar os nomes dos filhos de Jordan com fins comerciais, disseram os advogados chineses do ex-atleta da NBA. A empresa asiática, que alega ter registrado a marca em 2000, é relativamente desconhecida no mercado do país, mas nesta semana foi notícia pelo suposto interesse em conseguir um contrato de patrocínio com a nova estrela do basquete americano, Jeremy Lin, de origem taiwanesa.
Conforme os defensores de Jordan, o caso se parece com o apresentado pelo ex-jogador chinês Yao Ming, que levou a julgamento outra marca esportiva do país oriental por usar seu nome e assinatura sem permissão - uma disputa polêmica que o ex-pivô ganhou no ano passado.
Os conflitos pelo uso de marcas e nomes conhecidos são frequentes na China, e nas últimas semanas ganharam destaque com mais um caso da Apple. A empresa disputa na Justiça com uma companhia do país o uso no mercado nacional da marca "iPad".

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