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LAKERS BATE CHICAGO E DEPOIS DE TRÊS MESES VOLTA AO G8 DO OESTE | Blog do Sormani
LAKERS BATE CHICAGO E DEPOIS DE TRÊS MESES VOLTA AO G8 DO OESTE | Blog do Sormani

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LAKERS BATE CHICAGO E DEPOIS DE TRÊS MESES VOLTA AO G8 DO OESTE

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O Lakers venceu mais uma. Foi a terceira seguida.

Nos últimos 22 confrontos, ganhou 16, inclusive o deste domingo diante do Chicago, em Los Angeles, por 90-81. Desde o break do “All-Star Game”, o time californiano venceu oito de seus dez confrontos.

Vence e convence, o que é melhor.

Entrou pela primeira vez no G8 do Oeste desde 1º de dezembro do ano passado.

Dwight Howard finalmente foi o destaque de um jogo — pelo menos dos que eu assisti. Fez 16 pontos e pegou 21 rebotes.

Foi a 62ª vez na carreira que ele pegou mais de 20 rebotes em um jogo. Pegue dois outros jogadores em atividade e combine os rebotes deles. D12 tem mais de 20 rebotes apanhados na carreira do que qualquer dupla formada na NBA neste momento.

“Sinto que estou melhorando”, disse D12 depois da partida (na foto Reuters, ele e Kobe Bryant se abraçam).

E está mesmo.

Não só ele, mas o Lakers também, volto a dizer. Pela primeira vez na temporada o time angelino tem dois jogos acima da marca de 50%: 33-31.

Entrou no G8 e nele deve fincar o pé. Não creio que saia mais.

Perguntado como se sentia por finalmente voltar ao G8, Kobe Bryant (19 pontos, nove assistências e sete rebotes) disse: “Yippie”.  Algo como “bem pra cacete”.

O jogo decidiu-se no terceiro quarto, quando o Lakers fez uma corrida de 21-7. Nessa contagem, Steve Nash foi importantíssimo, pois marcou dez de seus 16 pontos.

Kobe jogou bem, D12 idem e o mesmo com Nash. Se esse trio jogar pra valer, o Lakers pode acabar em sexto lugar no Oeste, o que seria muito melhor do que terminar em sétimo ou oitavo, evitando-se, assim, um confronto prematuro contra San Antonio ou Oklahoma City.

Em sexto lugar, neste momento, seu adversário seria o Memphis.

Já pensaram?

DESEQUILÍBRIO

Assim foi o basquete mostrado pelo Chicago: pífio.

O time anotou apenas 81 pontos na 26ª pior defesa da competição. A média de pontos sofridos pelo Lakers é de 101,7. O Bulls ficou 20,7 pontos abaixo.

O Lakers deixa os adversários terem um aproveitamento de 45,7% de seus arremessos. O Chicago aproveitou apenas 37,1%.

Méritos do adversário?

Vamos dar um crédito ao Lakers, claro que sim. Mas isso tem muito mais a ver com a incapacidade do Chicago.

Já disse e repito: a inabilidade de Tom Thibodeau em armar o ataque do Bulls chama a atenção. Ele é alucinado por defesa e esquece que basquete é ataque e defesa, combinados.

Como disse Rubén Magnano (e eu concordo), é 50% pra cada lado.

Lamentavelmente para o Chicago, Thibs é obtuso quando o assunto é atacar.

Por conta disso, ele pra mim não passa de um “assistent coach”.

Antes que alguém diga que o time joga sem Derrick Rose e que mesmo assim tem uma campanha de 35-28, eu retruco dizendo que ela é ilusória, pois a maioria das vitórias foi conquistada diante de equipes do fraco Leste.

A campanha do Chicago está assim dividida: 26-13 contra os times do Leste e 9-15 contra agremiações do Oeste.

D-ROSE

Derrick Rose fez a cirurgia no joelho (ligamentos cruzados) em 12 de maio do ano passado. Iman Shumpert, ala do New York, teve a mesma lesão de D-Rose e foi operado na mesma época.

Já está em quadra defendendo as cores do Knicks. Shumpert retornou em 17 de janeiro passado. Ou seja, voltou a trabalhar depois de oito meses, tempo normalmente previsto em cirurgias desse tipo.

Mas D-Rose não volta.

Ele disse neste domingo a Doris Burke, da ESPN, que os tendões do joelho ficam em brasa depois que as atividades terminam. E garantiu que só entrará em quadra novamente quando essa sensação desaparecer.

Será que a cirurgia não foi bem sucedida?

SAPECADA

O Miami fez gato e sapato do Indiana, o segundo melhor time do Leste. Venceu por 105-91.

Com este triunfo, o Heat venceu todos os times nesta temporada.

Isso porque, anteriormente ao jogo deste domingo, a franquia do sul da Flórida havia perdido os dois confrontos disputados contra o Indiana. Lembre-se que o mesmo ocorria em relação ao New York, mas em 3 de março passado, jogando na Big Apple, o Heat cravou 99-93.

Quanto ao jogo, esses 14 pontos de vantagem não refletem a diferença entre as equipes.

Quando faltavam 2:33 minutos para o final, Erik Spoelstra (baita treinador, sabe combinar ataque e defesa com perfeição) mandou para o banco seus Três Magníficos. O placar marcava 105-84 para o Heat.

A diferença maior foi de 23 pontos.

Foi a 18ª vitória seguida do Miami. Recorde da franquia e do campeonato. É o nono time na história da NBA a atingir tal marca numa mesma temporada.

É a maior sequência de sucessos desde os 19 conquistados pelo Boston na temporada 2007-08.

Na próxima terça-feira, o Miami recebe em sua American Airlines Arena o Atlanta. Será que iguala a marca do Celtics?

Mario Chalmers foi o cestinha do time e do jogo com 26 pontos (5-6 nas bolas de três). Mas Chris Bosh jogou também uma barbaridade: 24 pontos (11-15 nos arremessos).

Dwyane Wade marcou 23 pontos. LeBron James? LBJ (foto Reuters) foi econômico desta fez: 13 pontos apenas (5-10).

RECADO

Não creio que o Reirom vá reclamar se eu não falar do Boston. Mas por via das dúvidas eu falo: o Celtics perdeu para o Oklahoma City, fora de casa, por 91-79.
 

Fábio Sormani Fábio Sormani

Fábio Sormani

Fábio Sormani trabalhou na Placar, Folha de S.Paulo, TVs Record, Bandeirantes, ESPN Brasil, SporTV, BandSports, e rádios Bandeirantes e Jovem Pan. Atualmente trabalha para a Fox Sports Brasil.



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