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Em 2007, doping de Dodô abalou o Botafogo

11 dez 2009
08h15
atualizado às 08h40

Há pouco mais de dois anos, outro caso de doping abalou o ambiente do Botafogo e deixou marcas no clube até hoje. Dodô foi pego no exame antidoping após vitória sobre o Vasco, no dia 14 de junho de 2007. O teste do atacante deu positivo para a substância femproporex, usada para perda de peso, e Dodô acabou suspenso por 120 dias pela Segunda Comissão disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Porém, após cumprir 25 dias da pena, o jogador foi absolvido pelo Tribunal Pleno da entidade. A decisão chamou a atenção da Fifa, que pediu uma revisão e acabou levando o caso à Corte Arbitral do Esporte (CAS).

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O atacante acabou julgado e condenado a dois anos de suspensão. Sua pena acabou recentemente e ele, atualmente com 35 anos, ainda está decidindo seu destino para 2010.

Na época, o caso ganhou grande proporção porque Dodô revelou ter consumido apenas uma cápsula de cafeína ministrada pelo médico do Botafogo, Márcio Cunha. O time culpou uma farmácia de manipulação pela contaminação de três lotes de cápsulas com femproporex e saiu ileso do julgamento, assim como o médico, criticado posteriormente pela mulher de Dodô, Tatiana, por se isentar do assunto. O atacante também se revoltou por ter sido abandonado pelo clube.

A farmácia trabalhava há dois anos fornecendo medicamentos para o clube e não havia registros de contaminação anterior. O estabelecimento chegou a ser fechada e seus proprietários entraram com ação contra o clube. O Botafogo e Dodô também processaram a farmácia e uma decisão ainda será tomada.

RENATO SILVA COM MACONHA-Também em 2007, o Botafogo contratou Renato Silva, que acabara de rescindir seu contrato com o Fluminense por ter sido suspenso por uso de maconha. O jogador levou um gancho de 120 dias, mas teve a pena reduzida à metade e voltou a jogar pelo clube. O técnico Cuca foi um grande defensor da chegada do zagueiro, a quem gostaria de dar uma chance após o erro cometido.

Fonte: O Dia
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