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Felipão diz que estará em Copa de 2018, mas se vê dirigindo outra seleção

22 jun 2013
12h47
atualizado às 12h47
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Mesmo com a cabeça na Copa do Mundo de 2014, o técnico Luiz Felipe Scolari mostra que já tem planos para depois do Mundial, que será disputado no Brasil. Antes da partida contra a Itália, que acontece neste sábado, na Arena Fonte Nova, Felipão admitiu que sonha encerrar sua trajetória na Copa de 2018, na Rússia, mas dirigindo outra seleção.

<p>Felipão afirma que deverá estar em Copa do Mundo de 2018, mas que ainda tem que procurar outra seleção para dirigir</p>
Felipão afirma que deverá estar em Copa do Mundo de 2018, mas que ainda tem que procurar outra seleção para dirigir
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

"Provavelmente eu estarei na Rússia, tem que achar uma Seleção para terminar minha carreira lá". Felipão foi indagado se aceitaria ocupar um cargo de coordenador técnico, como tem feito Carlos Alberto Parreira na equipe, caso o Brasil conquiste o título em 2014.

"Eu acho que não, o Parreira é muito legal, eu não consigo ser assim. Eu xingo, o Parreira é muito educado, correto, não vai dar. Ou vou ser técnico para chutar o balde ou abro minha casa. Vou estar em 2018 em outra seleção por aí".

Ainda pensando em 2014, Felipão disse que uma das coisas que o fez aceitar o retorno à Seleção Brasileira foi a possibilidade de entrar para a história das Copas do Mundo. "Lógico que nessa volta à Seleção também pesou o fato de fazer história. Eu posso ser um dos únicos treinadores a ser campeão do mundo por duas vezes, ao lado de um italiano (Vittorio Pozzo, campeão das Copas de 1934 e 1938)".

O treinador afirmou ainda que por muito pouco já não dirigiu a Itália, adversária deste sábado pela terceira rodada da fase de grupos da Copa das Confederações. "Tive três dias na Itália após ganhar o Mundial (em 2002). Conversei com o pessoal da seleção. Na oportunidade, o Gilmar Veloz trabalhava comigo. Foi antes de acertar com Portugal. Tínhamos uma possibilidade por uma área que queria que fosse para Itália, outra não queria. Foi quando surgiu o convite do presidente Gilberto Madail (ex-presidente da Federação Portuguesa de Futebol) e decidimos ir para Portugal".

Fonte: Terra
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