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Seleção Japonesa

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Neymar faz 4 e comanda vitória fácil do Brasil contra Japão

Edgar Su / Reuters
14 out 2014
09h37
atualizado em 10/12/2014 às 11h01
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Em uma noite histórica para Neymar, o Brasil chegou à sua quarta vitória em quatro amistosos na segunda passagem de Dunga como treinador. Nesta terça-feira, em Cingapura, a equipe verde-amarela aplicou facilmente 4 a 0 no Japão, com todos os gols marcados pelo camisa 10: dois de pé direito cara a cara com o goleiro, um de pé esquerdo aproveitando rebote e o último de cabeça.

A pontaria afiada de Neymar fez com que ele se tornasse, aos 22 anos, o quinto maior artilheiro da história da Seleção, com 40 gols em 58 jogos. O atacante do Barcelona ultrapassou o tetracampeão Bebeto, que tem 39. À frente dele, agora, restam apenas as lendas Zico (48 gols), Romário (55), Ronaldo (62) e Pelé (77).

<p>Camisa 10 e capitão, Neymar chegou a 40 gols pela Seleção e ultrapassou Bebeto</p>
Camisa 10 e capitão, Neymar chegou a 40 gols pela Seleção e ultrapassou Bebeto
Foto: Edgar Su / Reuters

O Brasil encerra o ano com outros dois amistosos, diante de Turquia e Áustria, em 12 e 18 de novembro. Até aqui, além do Japão, o time de Dunga venceu Colômbia, Equador e Argentina, todos sem sofrer gols.

Gramado prejudica, mas Brasil controla Japão

O gramado do Estádio Nacional de Cingapura não favorecia o jogo de nenhum dos times: irregular, prejudicava as tentativas de carregar a bola e fazer passes curtos. Mesmo assim, o Brasil foi bem superior no primeiro tempo. À exceção dos primeiros minutos, quando o Japão marcou em cima e dificultou a saída de bola, a Seleção de Dunga foi bastante confortável.

Neymar começou o jogo em marcha lenta, errando passes e sendo desarmado, mas logo passou a se destacar. Primeiro, em uma cobrança de falta que carimbou a trave de Kawashima. Depois, aos 16min, o capitão recebeu ótima enfiada de Diego Tardelli, driblou o goleiro japonês e estufou as redes para abrir o placar.

Com Diego Tardelli recuando várias vezes para atuar ao lado de Oscar e Willian no meio, o Brasil mantinha a posse de bola, enquanto o Japão não conseguia criar nada. A única chegada com perigo dos asiáticos foi aos 35min, quando Okazaki cabeceou para fora. Os japoneses também ficaram pedindo pênalti em uma cobrança de falta que bateu na mão de Luiz Gustavo, que saltou com os braços abertos.

<p>Artilheiro Neymar festeja enquanto o invicto Dunga observa</p>
Artilheiro Neymar festeja enquanto o invicto Dunga observa
Foto: MOHD FYROL / AFP

Contra-ataque forte e Neymar "matador"

Dunga fez três mexidas no intervalo: Mário Fernandes, Philippe Coutinho e Everton Ribeiro nas vagas de Danilo, Oscar e Willian. E logo de cara, o time ampliou o marcador: após bola roubada no meio, Coutinho disparou em contra-ataque e deu passe precioso para Neymar, que saiu na cara do gol e deslocou Kawashima com categoria.

Frágil, o Japão assustou aos 9min com um chute na trave de Okazaki, mas foi presa fácil para os contra-ataques brasileiros até o fim do jogo. Neymar enganou muita gente no estádio ao finalizar na rede pelo lado de fora após outro ótimo passe de Coutinho, e pouco depois o próprio Coutinho e Robinho (que entrou no lugar de Tardelli) erraram o alvo após contragolpes fulminantes.

Com os japoneses tendo dificuldades de criar jogadas no ataque, o Brasil ampliou aos 32min. Kaká, que entrara no lugar de Elias, cabeceou na trave após cruzamento; na sobra, Coutinho bateu de fora da área, Kawashima deu rebote, e Neymar completou para o gol vazio. E o camisa 10 faria seu quarto gol minutos depois: após tabela com Robinho, Kaká cruzou na medida para o atacante do Barcelona, que só cumprimentou de cabeça na segunda trave para definir o placar.

FICHA TÉCNICA

Brasil 4 x 0 Japão

Gols
Brasil:
Neymar, aos 17min do 1º tempo, e aos 2min, 32min e 35min do 2º tempo

Brasil: Jefferson; Danilo (Mário Fernandes), Gil, Miranda e Filipe Luís; Luiz Gustavo (Souza), Elias (Kaká), Willian (Everton Ribeiro) e Oscar (Philippe Coutinho); Diego Tardelli (Robinho) e Neymar. Técnico: Dunga

Japão: Kawashima; Sakai, Morishige, Shiotani e Ota; Tanaka (Hosogai), Shibasaki, Taguchi e Morioka (Honda); Kobayashi (Muto) e Okazaki. Técnico: Javier Aguirre

Árbitro
Ahmad A'Qashah

Local
Estádio Nacional de Cingapura

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Fonte: Terra
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