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Reverenciado, Felipão reencontra Portugal com "aperto no coração"

10 set 2013
13h07
atualizado às 13h13
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Seis anos no comando de Portugal fazem com que o técnico da Seleção Brasileia, Luiz Felipe Scolari, encarasse a partida desta terça-feira, em Boston, com o coração apertado. Em sua passagem pelo país europeu, Felipão levou a seleção à final da Euocopa de 2004 e disputou uma semifinal da Copa do Mundo em 2006, o que faz dele lembrado como um dos maiores técnicos que passaram pelo time.

<p>Felipão se reencontrará com Portugal nesta terça</p>
Felipão se reencontrará com Portugal nesta terça
Foto: Ricardo Nogueira/Vipcomm / Divulgação

“Será um jogo diferente, sentirei aperto no coração assim como quando enfrentei o Brasil por Portugal. Antes do jogo terá confraternização, simpatia, mas dentro do campo cada um vai defender seu lado”, afirmou.

A boa imagem do trabalho de Felipão em Portugal pode ser medida pelas palavras do técnico Paulo Bento na entrevista anterior. O atual treinador português colocou o brasileiro como aquele que, pelos resultados, pode ser considerado o melhor da história do país.

“Como português estou grato. Foi um selecionador que nos levou à única final na história de futebol em termos de seleções e à segunda semifinal em Copas do Mundo. Acho que fez um excelente trabalho. Foi possivelmente o que técnico com melhores resultados que a seleção nacional já teve”, disse.

Felipão agradeceu. “Fico contente com o Paulo. Foi um dos treinadores que mais me ajudou. Ficamos amigos, com bons papos. Mas tiveram outros técnicos muitos maiores do que eu”, afirmou.

<p>Brasileiro comandou a seleção portuguesa entre 2003 e 2008</p>
Brasileiro comandou a seleção portuguesa entre 2003 e 2008
Foto: Getty Images
Sem casos opostos

A reverência com que Felipão é tratado em Portugal levou à lembrança de que o Brasil não tem um histórico de muitos treinadores estrangeiros trabalhando no País. Antes de Scolari assumir cargo, uma manifestação pela internet pedia a contratação do espanhol Josep Guardiola para o cargo, o que sofreu resistência por parte de técnicos que pediram prioridade a braisleiros.

Felipão, no entanto, acredita que a pouca experiência de estrangeiros em times brasileiros nada tem a ver com defesa de classe dos treinadores do País. “Entre nós técnicos, não existe nenhuma coisa em relação a isso. Sempre quando eles vêm para o Brasil são bem-recebidos e mantemos boas relações”, disse.

Fonte: Terra
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