| Divulgação |
 O presidente Lula recebe a taça da Copa América das mãos do técnico Parreira |
|
|
 |
Busca |
|
Busque outras notícias no Terra:
|
 |
|
Com o técnico Carlos Alberto Parreira e o coordenador Zagallo na linha de frente, a Seleção Brasileira, campeã da Copa América, foi recebida nesta segunda-feira no Palácio do Planalto pelo presidente Lula.
Na cerimônia, que serviu para homenagear os campeões, a Seleção compareceu desfalcada: com o fim das férias e a volta dos treinos em seus clubes, os jogadores não participaram do encontro.
"O importante é que a taça estava lá", disse o presidente da CBF, Ricardo Teixeira.
O dirigente aproveitou para esclarecer alguns detalhes sobre o amistoso contra o Haiti, dia 18 deste mês, em Porto Príncipe. Segundo Teixeira, a Seleção não irá descer de helicóptero no gramado.
"Do aeroporto, nós vamos para o estádio de ônibus. Mesmo que de longe, a população poderá ter um contato com os jogadores", afirmou.
A Seleção ficará hospedada em Miami, onde fará os treinamentos. O embarque para o Haiti será feito horas antes do jogo.
O técnico Carlos Alberto Parreira descartou envolvimento político por parte da CBF. "É um gesto humanitário. É bom para o Brasil".
"Nós vamos auxiliar um país que está necessitado. Que os outros países posam seguir esse caminho", completou Zagallo.
Parreira disse que as principais estrelas do time serão convocadas para o jogo no Haiti. "Amanhã eu faço a convocação", informou Parreira. Ricardo Teixeira informou que o jogo poderá ser transmitido pela TV.
Reunião de presidentes
A Federação de Futebol do Haiti, segundo seu presidente, tem confirmada a presença do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e espera que o do Uruguai, Jorge Batlle; o da Argentina, Néstor Kirchner; e o chileno, Ricardo Lagos, façam o mesmo.
O governo haitiano espera que este jogo contribua para a pacificação do país em uma espécie de "programa de futebol pela paz" no qual está previsto convidar também as seleções da Argentina e do Chile.
Haiti mantém um governo provisório desde que, em fevereiro deste ano, o até então presidente Jean-Bertrand Aristide foi destituído do cargo depois de um conflito armado.
Uma Missão para a Estabilização do Haiti da ONU (MINUSTAH), composta por forças militares de diversos países, contribui para manter a paz no país desde então, à espera da realização de eleições.
Com EFE.
|