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Danilo despacha Santos com novo gol e vira "algoz dos tetras"

20 mai 2013
11h48
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O sonho de vencer novamente a Libertadores, desta vez no tão aguardado ano de seu centenário, morreu nos pés de Danilo na noite de quarta-feira, 20 de junho de 2012. Mais do que isso: foi-se embora também o esperado tetra da América. Quase 11 meses se passaram. E lá estava de novo o camisa 20 do Corinthians, desta vez em um domingo, 19 de maio, para mandar para as redes uma bola que encerraria outro sonhado de tetra santista: agora, o inédito do Paulista.

<p>Danilo foi decisivo mais uma vez</p>
Danilo foi decisivo mais uma vez
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

Decisivo como sempre, Danilo aproveitou rebote de chute de Paulinho para finalizar com precisão para a meta vazia de Rafael, jogando um balde de água fria na reação santista - o tento ocorreu apenas dois minutos depois de Cícero abrir o placar na Vila Belmiro e igualar o resultado agregado da decisão do Campeonato Paulista, já que o Corinthians havia vencido na ida por 2 a 1.

Como em 2012, o Corinthians tinha Danilo. E o Santos também o tinha pela frente, para o azar dos tão almejados tetracampeonatos. Se no ano passado perder para o arquirrival, dar adeus ao quarto troféu sul-americano e ficar na história como adversário derrotado no primeiro título continental de seu maior "inimigo" parecia até um pesadelo santista, o mesmo ocorreu em 2013. O expressivo tetra paulista que nem Pelé venceu morreu no chute do corintiano.

"Tem de ter calma e estar sempre preparado. Na minha carreira, sempre fui assim, estar na hora certa e no lugar certo. Deus me honrou de novo. Agradeço muito a Deus por isso. Um jogo decisivo como esse fazer o gol que dá o título, fico feliz e a torcida merece", explicou o sempre contido Danilo.

De fato, Danilo mostra estar sempre no lugar certo, na hora certa. O Corinthians havia acabado de tomar o gol de Cícero e via a Vila Belmiro incendiar, dando voz ao popular "caldeirão" que se forma no estádio nos jogos decisivos do Santos. Durou pouco: dois minutos, para ser mais exato. Foi o tempo que o camisa 20 corintiano precisou para ver a bola sobrar em seu pé em contra-ataque alvinegro. Gol.

"Vou falar uma coisa que falei para ele: 'todas as coisas que acontecem no time, tu é merecedor, pela pessoa que você é, pela família que tem, pelo seu comportamento. Você merece tudo que acontece'. Ele é um jogador que dá integridade moral ao time. Ele dá exemplo", analisou o técnico Tite.

O filme que se passou na Vila neste domingo é bem parecido com o que ocorreu na Libertadores do ano passado, mas no Pacaembu. Neymar havia igualado o placar agregado da semifinal e silenciado a casa corintiana no primeiro tempo do jogo de volta, relembrando aos alvinegros nas arquibancadas o trauma de jamais ter vencido o torneio. Jamais... Até surgir Danilo. Agora campeão estadual, nacional, continental e mundial pelo Corinthians. E, também, algoz do tetra santista. Duas vezes.

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Fonte: Terra
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