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Joanna Maranhão deixa aposentadoria e mira os Jogos de 2016

5 nov 2014
14h41

Joanna Maranhão está novamente na ativa. Após anunciar sua aposentadoria no começo do ano, a nadadora revelou o sonho de disputar pela quarta vez os Jogos Olímpicos, que acontecerão no Rio de Janeiro, em 2016.

Mesmo tendo parado de disputar competições oficiais, a pernambucana manteve a forma para competir nos Jogos Universitários (JUBs), realizados na última semana. O ótimo desempenho da nadadora serviu como uma injeção de ânimo para alcançar um de seus grandes objetivos como atleta.

Em Aracaju, onde os JUBs foram disputados, Joanna conquistou quatro medalhas de ouro (200m, 400m medley, 200m costas e 100m borboleta) e três pratas nas provas de revezamento.

"Voltei a nadar há quatro meses. E, na primeira competição rumo a minha quarta participação olímpica - porque vou lutar muito pra estar lá - venci os 400 medley com 4m44s e os 100m borboleta com o meu melhor tempo (1m00s38). Retornei feliz e leve", comemorou a nadadora de 27 anos, que alcançou o melhor resultado da natação feminina em Olimpíadas, em Atenas-2004.

Para 2015, Joanna tem como principais metas disputar o Mundial de Piscina Longa e os Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá. Ela dedicou seu retorno às competições ao marido, à família, à técnica, aos companheiros de equipe e a Uninassau (Centro Universitário Maurício de Nassau).

No início desta semana, a pernambucana publicou, em sua conta no Instagram, um texto comentando sua volta às competições e sua paixão pelas piscinas.

"E eis que chega um determinado momento da vida em que você entende que não é o tamanho do evento, o peso da medalha ou o reconhecimento. É muito mais do que isso, é a perfeita interação entre você e o ambiente. Porque tudo é troca. Quanto tempo mais eu tenho? Quantas outras oportunidades virão? Não sei. E foi justamente por não saber, que escolhi interagir. Eu e a água. E não importa a posição disso em relação ao mundo, porque eu sei que no meu mundo não há lugar mais alto no pódio da paz. Da minha paz interior", escreveu Joanna, que tinha deixado as competições  por conta da falta de apoio para treinamentos e viagens.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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