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Nadador das Ilhas Faroe sonha em ganhar o primeiro ouro do país

29 jun 2012
14h47
atualizado às 18h21

Um dos maiores sonhos de um atleta é o de poder ouvir o hino do seu país ser executado no pódio de uma Olimpíada. Esta meta, Pál Joensen já sabe que não poderá atingir. Mesmo assim, o nadador das Ilhas Faroe tentará fazer história nos Jogos de Londres, quando poderá se tornar o primeiro atleta do arquipélago a conquistar uma medalha olímpica.

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As Ilhas Faroe compõem um território dependente da Dinamarca, localizado no Atlântico Norte. Como o local não é reconhecido pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), Joensen já obteve cidadania dinamarquesa, para que dispute os Jogos Olímpicos pela nação.

Mesmo com a possibilidade de usufruir da estrutura oferecida aos nadadores da Dinamarca, o nadador prefere manter-se nas Ilhas Faroe. No arquipélago, ele treina para os 400 m e os 1.500 m, provas para as quais conquistou classificação olímpica e detem tempos bem expressivos.

No Suduroy Swimming Club, Joensen pratica em piscina de 25 m, pois não há nenhuma piscina olímpica (de 50 m) à disposição no país. Com empecilhos dessa natureza em seu caminho, até pouco tempo atrás nem o próprio Joensen acreditava ser possível ir à Olimpíada.

"Esse sempre foi o meu sonho de criança mas, para ser sincero, eu não pensava que fosse possível. Eu sei que competir nos Jogos Olímpicos pode abrir muitas portas para outros atletas nas Ilhas Faroe", afirmou.

A despeito das provas que Joensen disputa não serem as que atraem mais holofotes na modalidade, a concorrência por um pódio é grande. Nos 1.500 m, o principal rival de Joensen é Sun Yang. O chinês obteve em 2011 o recorde mundial da prova (com 14m34s14), o único sobrevivente à era dos trajes tecnológicos. Também asiático, Tae-Hwan Park (CDS) rivalizará com Joensen tanto nos 1.500 m quanto nos 400 m.

Para minimizar os efeitos da precária preparação nas Ilhas Faroe, Joensen tem participado de uma série de treinamentos no exterior com a seleção dinamarquesa. Apesar de não ser um dinamarquês "legítimo", Joensen diz que os nadadores do país não veêm problemas em tê-lo no time olímpico.

"Os atletas da Dinamarca me veêm apenas como um deles, como qualquer outro nadador do país. Mas eu não sei exatamente se as pessoas da Dinamarca me conhecem. Torço para saber a resposta após a Olimpíada", concluiu.

O técnico Jorge Barcellos apresentou, na Granja Comary, em Teresópolis, a convocação da Seleção Brasileira feminina de futebol para a disputa dos Jogos Olímpicos de Londres, com 18 jogadoras. Da pré-lista de 25 atletas, Thaís Picarte, Tânia Maranhão, Andreia dos Santos, Dani, Gabi, Rafaelle e Debinha foram excluídas. Confira:
O técnico Jorge Barcellos apresentou, na Granja Comary, em Teresópolis, a convocação da Seleção Brasileira feminina de futebol para a disputa dos Jogos Olímpicos de Londres, com 18 jogadoras. Da pré-lista de 25 atletas, Thaís Picarte, Tânia Maranhão, Andreia dos Santos, Dani, Gabi, Rafaelle e Debinha foram excluídas. Confira:
Foto: Getty Images
Fonte: Lancepress!
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