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Beyoncé e apagão foram destaques no Super Bowl XLVII

4 fev 2013
02h55
atualizado às 02h58
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A cantora Beyoncé e um inesperado apagão foram os destaques neste domingo no Super Bowl XLVII, a final da Liga Nacional de Futebol Americano (NFL), onde também houve emoção com a atuação do coro da escola de Newtown que sofreu em dezembro do ano passado um massacre que comoveu os Estados Unidos.

Esse coro, formado por 26 crianças da escola primária Sandy Hook, foi o encarregado de abrir a cerimônia anterior à partida com a canção "America The Beautiful", ao lado da atriz e cantora Jennifer Hudson.

Os estudantes usaram laços verdes em homenagem às 20 crianças e seis adultos assassinados em Sandy Hook no dia 14 de dezembro, e durante sua atuação muitos dos jogadores e espectadores mal puderam conter as lágrimas.

Depois foi a vez de Alicia Keys, que ao piano e com um vestido vermelho sexy interpretou o hino nacional americano no Superdome de Nova Orleans, onde o Baltimore Ravens venceu o San Francisco 49ers por 34 a 31 e conquistou o título.

O show do intervalo, o mais esperado, foi este ano de Beyoncé, que foi precedido da polêmica depois que a estrela admitiu que cantou o hino nacional com playback, durante a cerimônia da segunda posse do presidente Barack Obama.

A artista cantou como se tivesse alguma coisa para provar, com muita força e sem deixar de dançar sobre um palco com fogos de artifício e luzes, na forma de seu rosto.

Acompanhada de mais de cem dançarinos, repassou alguns de seus sucessos como "Love on Top", "Crazy in Love", "Baby Boy" e "Till the End of Time".

Se uniram a ela depois Kelly Rowland e Michelle Williams, suas companheiras no já dissolvido grupo Destiny's Child. As três cantaram e dançaram "Independent Woman" e "Single Ladies (Put a Ring On It)".

Para Michelle Obama, primeira-dama e admiradora reconhecida da cantora, Beyoncé foi a grande vencedora da noite e assim ficou refletido em seu Twitter: "Esteve fenomenal. Estou muito orgulhosa dela".

Quando o Superdome estava preparado para os dois últimos quartos da partida aconteceu um inesperado blecaute que deixou as televisões de milhões de lares em todo o país no escuro, com os apresentadores da rede "CBS", encarregada da transmissão, sem saber o que fazer.

O apagão durou 34 minutos nos quais o Twitter se transformou em uma mina de comentários e a hashtag #superbowlblackout deu a volta ao mundo.

Tanto a NFL como a rede "CBS" pediram desculpas pelo blecaute e se comprometeram a investigar por que ele ocorreu.

Com cada bloco de 30 segundos de publicidade vendido a um preço de entre US$ 3,7 milhões e US$ 3,8 milhões, os dois anúncios da Chrysler ficaram entre os melhores, segundo uma pesquisa realizada por "The Wall Street Journal" com executivos publicitários e espectadores.

Também foram muito comentados no Twitter os da Taco Bell e da Doritos, em uma noite na qual rostos conhecidos como os atores de comédia Amy Poehler, Tracy Morgan e Kaley Cuoco, além da modelo Bar Refaeli apareceram em alguns dos anúncios.

O presidente dos EUA, Barack Obama, colocou uma foto em seu Twitter antes da partida na qual aparecia com uma bola de futebol americano nas mãos.

Ele e a primeira-dama organizaram uma festa com amigos e familiares na Casa Branca para ver ao vivo o Super Bowl.

Em homenagem às equipes que disputaram a final, na festa foram servidas comidas típicas e cervejas das duas cidades que se enfrentaram, Baltimore e San Francisco.

EFE   

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