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Aldo Rebelo condena protestos que tentem atrapalhar partidas

17 jun 2013
21h11
atualizado às 21h29
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Nesta segunda-feira, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, declarou que o governo não vai tolerar os protestos que atrapalhem ou impeçam a realização de jogos da Copa das Confederações 2013. Durante evento no Rio de Janeiro, o chefe da pasta frisou que o Brasil assumiu o compromisso de sediar a competição e isso será cumprido.

"Não vamos permitir que nenhuma dessas manifestações atrapalhe nenhum dos eventos que nos comprometemos a realizar. Quem achar que pode impedi-los enfrentará a determinação do governo de impedir. As manifestações serão toleradas dentro desse limite", frisou Rebelo.

Para o ministro do Esporte, as polícias estaduais fizeram um bom trabalho para assegurar que os primeiros duelos do torneio fossem realizados e, assim, o esquema de segurança para o prosseguimento da competição será mantido. Aldo também disse não acreditar que a imagem do país seja prejudicada pelas manifestações.

A primeira rodada da Copa das Confederações ficou marcada por alguns protestos ao longo do país, que têm como principal motivação o aumento nas passagens de transportes públicos, além dos gastos feitos com a construção de estádios. No domingo, nos arredores do Maracanã, no Rio de Janeiro, antes do duelo entre Itália e México, manifestantes se aglomeraram em frente a uma barreira policial montada em um dos acessos ao estádio e a polícia fez uso de bombas de efeito moral e balas de borracha para conter a multidão.

No sábado, em Brasília, antes do confronto entre Brasil e Japão, um grupo de pessoas bloqueou uma parte da entrada ao estádio Mané Garrincha e a Polícia Militar também utilizou bombas de efeito moral e prendeu alguns manifestantes.

Palco do confronto entre Nigéria e Taiti, a cidade de Minas Gerais também recebeu protestos. Perto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), protestantes se juntaram e acabaram entrando em conflito com a Polícia Militar. Há relatos de que bombas de gás lacrimogênio foram atiradas e balas de borracha disparadas contra os integrantes do protesto. Os professores que protestavam na região da Pampulha foram impedidos pela PM de entrarem no perímetro do Mineirão, mas depois da partida entre Nigéria e Taiti, a Polícia permitiu que os manifestantes retornassem para os arredores do estádio.

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