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Após 'guerra' na Argentina, Kleina diz que elenco fará de tudo para dar alegria aos palmeirenses

11 mar 2013
09h28
atualizado às 09h32

O ataque de membros da Mancha Alviverde à delegação do Palmeiras no Aeroporto de Buenos Aires deixou o técnico Gilson Kleina preocupado. Depois de ver uma "guerra" se iniciar na Argentina, o comandante mostrou confiança nas atitudes iniciais da diretoria do clube que, pelo presidente Paulo Nobre, tenta iniciar um movimento a fim de encerrar a violência no futebol.

- A maneira como viemos para esse jogo é preocupante. O modo que foi feito no aeroporto eu nunca tinha passado. Cinco minutos e virou guerra. Poderia desestabilizar a equipe, não podemos concordar com este tipo de atitude. Estamos preocupados em jogar, a diretoria está preocupada e atuante. Os profissionais do nosso lado dão incentivo, tranquilidade, e o presidente terá ação. Isso nos dá confiança e nos preocupamos em jogar - disse o técnico.

Após a derrota para o Tigre, torcedores da organizada tentaram ir para cima de Valdivia, mas ao atirar uma xícara, os estilhaços dela acertaram a cabeça de Fernando Prass, que precisou levar três pontos. Ao término do empate sem gols com o São Paulo, o goleiro admitiu ter pensado em ir embora diante da agressão que sofreu.

Kleina, agora, tenta acalmar o ambiente do Verdão e aproximar a torcida do grupo. E, para isso, nada melhor do que uma atuação elogiada diante no clássico contra o São Paulo, atual líder do Paulista e um dos melhores ataques do Brasil, segundo ele.

- Temos de olhar para a frente. São só alguns torcedores, essa grande nação não merece isso. Se não tivéssemos uma reação, o Valdivia sairia muito machucado daquilo. Vamos fazer de tudo para dar muita alegria para eles. Estamos no caminho certo - afirmou o treinador.

Fonte: Lancepress! Lancepress!
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