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Após tragédia, separatistas ameaçam novos atentados em Angola

10 jan 2010
09h38
atualizado às 15h32

"As armas vão continuar falando" no território angolês de Cabinda, declarou neste domingo Rodrigues Mingas, líder do grupo separatista que reivindicou o ataque de sexta-feira contra a delegação do Togo na Copa Africana de Nações.

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"Vale tudo, estamos em guerra", avisou o secretário-geral das Forças de Libertação do Estado de Cabinda-Posição Militar (FLEC-PM), contactado por telefone em Paris, onde está exilado.

Ele criticou o presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), Isaa Hayatou, pela decisão de manter sete jogos do torneio em Cabinda. "Os ataques vão continuar, porque o país está em guerra e porque Hayatou é teimoso", afirmou.


Atentado com a seleção togolesa terminou em três mortes em Angola
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Foto: Reuters
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