Brasil 2014

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Quarta, 9 de setembro de 2009, 16h26  Atualizada às 16h43

Teixeira "esquece" estádios e foca problema em aeroportos

Djalma Vassão/Gazeta Press

Teixeira comenta sobre problemas brasileiros para Copa 2014
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O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, afirmou que o principal problema do Brasil para receber a Copa do Mundo de 2014 não é a falta de estádios que cumpram as regras da Fifa, entidade máxima do futebol, mas sim a precariedade dos aeroportos brasileiros.

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"Os aeroportos são os que preocupam mais. O problema 1 são os aeroportos, o problema 2 também e o problema 3 também. O quatro são os estádios. Quando uma cidade apresenta um estádio com 40 mil lugares já se sabe que não vai ter abertura nem fechamento. Nesse estádio, a Fifa exige todas as coisas importantes para o jogador, jornalista e etc. Se você propõe um estádio de 80 mil ela exige a mesma coisa", afirmou Teixeira, em entrevista ao SporTV.

"Quem está se propondo a fazer abertura, fechamento, sabem que as exigências são diferentes. Claro que tem soluções e elas têm que ser apresentadas", completou.

O mandatário da maior entidade do futebol nacional afirmou ainda que teve uma reunião com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para definir alguns planos para o Mundial de 2014.

"Foi bem colocado que a partir de agora vai ser colocado um estudo grande para cada uma das cidades. Em cima disso vai se começar o estudo. Alguns casos com teremos PPPs (Parceria Público-Privadas), em outros só público e outras só provadas. Nenhum dos Estados podem abrir mão dos estádios. Você tem que fazer licitação, etc. Tem que ter envolvimento governamental. Todos os estádios têm que começar as obras no início de março", afirmou.

Teixeira voltou a comentar sobre a informação de que as cidades-sede seriam diminuídas de 12 para dez, por conta do atraso nos projetos de dois locais escolhidos para receber os jogos.

"Eu vi antes da decisão de optar por 12, 90% apostar que seriam dez. A notícia é mentirosa. Ninguém falou dessa possibilidade. Não houve nenhuma conversa que vai baixar de 12 para dez. As justificativas estão aí presentes, que são Amazônia e Pantanal. E não houve nenhum atraso na entrega de nada de nenhuma cidade. As pessoas colocam coisas no jornal irresponsavelmente", afirmou.

Redação Terra