Fernandinho foi o titular na vaga de Ganso
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- Fábio Castanho de Mello
- Direto de Stuttgart (Alemanha)
A derrota para a Alemanha por 3 a 2 nesta quarta-feira marcou também a saída de Paulo Henrique Ganso da equipe de Mano Menezes depois de quatro jogos como titular na Copa América. Considerado a maior promessa do futebol brasileiro ao lado de Neymar, o jogador sentou na reserva pela primeira vez para a entrada de Fernandinho por uma opção classificada como tática.
Segundo Mano, o Brasil não tinha condições de impor um jogo diante de um adversário como a Alemanha. O time foi classificado pelo técnico como o que jogou o melhor futebol da última Copa do Mundo, possui uma formação tática bem definida, tinha toda a torcida a seu favor e está com um condicionamento físico melhor do que os brasileiros.
"A questão é que esperávamos um jogo muito difícil. Estávamos jogando contra uma seleção que fez uma das melhores campanhas da Copa, manteve a base porque é jovem e vem confirmando no pós-Copa isso. Sabíamos quem íamos enfrentar. Ainda não adianta estar bem intencionado (para buscar o protagonismo) em um estágio em que não conseguimos fazer contra todos, com um posicionamento tático, porque você não consegue ser ofensivo por mais intenção que tenha", disse.
Mano relembrou a instabilidade na Copa América para justificar a sua opção. Na ocasião, contra times de pior qualidade, o Brasil não conseguiu boas atuações com um quarteto ofensivo formado por Ganso, Pato, Robinho e Neymar.
"Vivemos um pouco disso na Copa américa. Hoje se a opção fosse essa, não conseguiríamos fazer o tempo todo o que queríamos. Era exatamente essa a intenção. Encaixar a questão tática para você traçar uma estratégia e num segundo momento soltar um pouco e ambicionar mais", completou.
- Terra
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