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Brasileiro Série A

Dagoberto afirma: "estou fazendo a minha parte"

22 ago 2011
18h53
atualizado às 20h15
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Em campo, os números de Dagoberto são incontestáveis na temporada: líder de assistências no elenco com 14 e artilheiro do time com 18 gols, o último deles um golaço no empate por 1 a 1 no clássico contra o Palmeiras. Desempenho que o atacante considera suficiente para que a diretoria dê a valorização que ele considera justa para renovar o contrato que acaba em 18 de abril.

Dagoberto é o jogador com números mais expressivos neste ano
Dagoberto é o jogador com números mais expressivos neste ano
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

"Estou fazendo o que tenho que fazer. As coisas não são comigo. Tenho contrato até abril com o São Paulo, um contrato de cinco anos que estou cumprindo da melhor maneira possível", argumentou o atacante, que pode assinar um pré-contrato em outubro para sair de graça e tem sondagens do exterior.

"A valorização de fora está aparecendo e estou muito feliz com isso. Na Europa, você tem objetivos, é um lugar que seria bacana e consegui um documento muito bom que facilitaria muito as coisas. Mas tem que haver proposta concreta, e não há nada real ainda porque falta muito tempo", declarou.

O jogador deu sua entrevista coletiva nesta segunda-feira pouco depois de uma reunião de seu empresário, Marcos Malaquias, com o diretor de futebol Adalberto Batista. O agente saiu do encontro otimista, mas ainda não tinha repassado o reajuste feito pelo São Paulo em sua proposta de renovação. E Dagoberto repassou a mesma sensação que sempre demonstrou ao falar sobre o assunto: não deve ficar.

A chance de haver o acordo é a saída de Carlos Augusto Barros e Silva da vice-presidência de futebol. "O Adalberto Batista, diretor de futebol é uma excelente pessoa. Se tivesse aparecido antes, as coisas já poderiam estar resolvidas", comentou atleta, elogiando o dirigente responsável pela negociação.

"Com certeza o São Paulo faz parte dos meus planos, sempre deixei claro tudo o que quero. As portas estão sempre abertas, mas tem que ser uma coisa muito bacana, uma valorização que sempre cobrei. No Brasil, seria perfeito", comentou Dagoberto. "Meu plano de carreira está bem planejado. Hoje tenho uma família que depende de mim, dois filhos. O pensamento é o de conseguir uma coisa muito boa. Preciso pensar muito", insistiu.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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