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Náutico espera retribuir apoio da torcida diante do Atlético-MG

9 ago 2013
20h48
atualizado às 20h49
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Duas das contratações mais elogiadas pelas suas atuações no Náutico falaram com a imprensa nesta sexta-feira, após o último treino do Náutico antes da partida contra o Atlético-MG, marcada para sábado, a partir das 18h30, na Arena Pernambuco. O goleiro Ricardo Berna mostrou certo medo em relação ao poderio dos campeões da Libertadores, já o meio-campista Tiago Real disse que espera que o time continue no mesmo ritmo e dê oportunidades para sua equipe vencer.

Náutico só treinou uma vez na Arena Pernambuco
Náutico só treinou uma vez na Arena Pernambuco
Foto: Eduardo Amorim / Brisa Comunicação e Arte - Especial para o Terra

“No Atlético, com certeza, está acontecendo um pouquinho de relaxamento. Que é natural do ser humano, quando você conquista alguma coisa que quer muito. É difícil entender, mas é do ser humano e está tendo isso. Propriamente na última equipe que passei teve isso. O Palmeiras ganhou a Copa do Brasil e relaxou depois. Mas até pelas cobranças que estão tendo eles vão entrar na competição e esperamos que não seja amanhã (sábado), até porque nossa equipe está precisando muito do resultado e nossa equipe tem que querer mais do que eles até porque estamos atrás deles na tabela”, disse o meia.

Lateral do Atlético-MG teme o desespero do Náutico

Questionado sobre a decepcionante partida do meio da semana contra o Goiás, quando os alvirrubros foram derrotados por 2 a 1 com dois gols do “gordinho” Walter, Tiago disse que o time espera ter “a mesma postura que tivemos contra o Inter, principalmente porque jogamos ao lado do nosso torcedor e precisamos muito deles amanhã. Um jogo de extrema importância e contra uma equipe que está brigando lá embaixo conosco, independente se é campeã da Libertadores ou não". "Temos que fazer um grande jogo e procurar fazer o dever de casa que é importantíssimo”, disse ele, admitindo que o time do Náutico pode alternar boas e más apresentações nesses primeiros jogos por ser uma equipe recém formada.

Já o goleiro Ricardo Berna deixou transparecer certo incômodo com o poderio atleticano, apesar de ressaltar o velho chavão dos jogadores de que em campo são “11 contra 11”. Ele chamou à responsabilidade os jogadores mais experientes do time e disse: “eu, particularmente, não vou conseguir sorrir enquanto não conseguir fazer o torcedor na rua olhar para nossos jogadores e se sentir representado”.

Fonte: Brisa Comunicação e Arte - Especial para o Terra Brisa Comunicação e Arte - Especial para o Terra
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