4 eventos ao vivo

Revelação cobra Guarani na Justiça e segue “desaparecido”

16 jul 2013
12h59
atualizado às 14h01
  • separator
  • 0
  • comentários

Romarinho não deve mais defender o Guarani. Promovido ao elenco profissional pelo técnico Tarcísio Pugliese depois do Campeonato Paulista e titular nas três primeiras rodadas da Série C do Campeonato Brasileiro, o atacante entrou com uma ação contra o clube na 11º Vara do Trabalho de Campinas alegando falta de pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o futuro deve ser definido ainda essa semana.

<p>Romarinho entrou na Justiça alegando falta de pagamento do FGTS</p>
Romarinho entrou na Justiça alegando falta de pagamento do FGTS
Foto: Warley Menezes/Guarani FC / Divulgação

A última vez que o atacante apareceu no Estádio Brinco de Ouro da Princesa foi na quinta da semana passada, quando deixou o treino mais cedo alegando virose. Desde então, diretoria e comissão técnica não conseguiram mais contato com o jogador. O presidente Álvaro Negrão disse que o Guarani ainda não recebeu nenhuma notificação na Justiça, mas Romarinho está cobrando uma dívida de R$ 110 mil.

"Oficialmente, o Guarani não recebeu nenhuma notificação. Fizemos um levantamento da situação dele em relação ao fundo de garantia, porque os salários estão todos pagos. Nosso advogado (Felipe Souza) já deu entrada no fórum para saber se alguém entrou com processo. O Guarani hoje é um clube diferenciado, temos muito assédio de jovens que querem vir para cá. Nem espaço no alojamento temos. Quem não quiser ficar, não tem problema nenhum", afirmou o mandatário.

Sem conseguir esconder o descontentamento com a atitude de Romarinho, Álvaro Negrão disse que, primeiramente, está preocupado em saber se está tudo bem com o jogador, principalmente por se tratar de um prata da casa. A diretoria já tentou contato com os familiares através de telefone e redes sociais, mas ainda não obteve retorno. "Estamos preocupados com a situação pessoal, com o ser humano", destacou.

Os direitos econômicos de Romarinho são divididos entre Guarani (50%), empresa Ardizzoni (30%) e jogador (20%). Recentemente, a diretoria pediu a abertura de um inquérito policial contra Marcelo Mingone, acusando o ex-presidente de ter repassado porcentuais dos direitos de diversos atletas - entre eles Romarinho - ao empresário Hugo Ardison, proprietário da Ardizzoni.

O atacante tem contrato com o Guarani até agosto de 2014, mas espera conseguir a rescisão na Justiça para poder definir o futuro. O Internacional seria um dos interessados na contratação, mas ainda não existe nada de oficial. O presidente alviverde deixou claro que não recebeu nenhuma proposta até o momento.

Fonte: André Regi Esmeriz - Especial para o Terra André Regi Esmeriz - Especial para o Terra
  • separator
  • 0
  • comentários
publicidade